Razão Social
Buritirama Mineração S.A.
Composição Acionária
100% Grupo Buritipar
Data de Fundação
03/02/1981
Data de Início de Operação
03/02/1981
Fatos relevantes em 2024
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Recuperação do ativo (frentes, geologia, infraestrutura):
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Retomada da campanha de sondagem com a maior metragem mensal da campanha até então: 2.038 m em julho/25 (↑ 7% vs. mês anterior), 30 furos concluídos e 4 em andamento (alvos B04, B08, B09). Acumulado desde 15/03: 8.163 m (mensal) / 8.245 m (corte semanal).
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Eficiência geológica: encerramento técnico de furos gerou economia ~1.015 m (≈ R$ 537.950) — realocável para insumos/adensamento de malha.
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Foco no horizonte hospedeiro: interceptos expressivos em B08 (TN-020: 56 m), B07 (TN-054: 26,84 m) e B04 (TS-078: 17,45 m @ 20,35–37,8 m); coerentes com a IU (mármores kutnohoríticos) como proto-minério, que gera minério friável supergênico por intemperismo (arcabouço tectono-estratigráfico LU/IU/UU).
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Recuperação do ativo e da frota:
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Recuperação e manutenção de máquinas e caminhões da frota própria, com foco em disponibilidade mecânica e confiabilidade (mandril/bombas, motores, transmissões, pneus fora-de-estrada). A atividade parece irrelevante no contexto de uma mineração, mas dada a situação de falência instaurada, a recuperação mostrou-se uma ação de valor agregado de suma importância para restabelecimento das atividades frente a ausência de recursos financeiros.
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Padronização de manutenção (preventiva/corretiva) e estoque de sobressalentes críticos, reduzindo MTTR e TILM.
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Recomendações de KPI: disponibilidade física (%), utilização (%), MTBF/MTTR, backlog de ordens, cumprimento do plano preventivo (%).
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Relação com a comunidade e ações sociais:
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Retomada e fortalecimento do relacionamento comunitário, com ações sociais estruturadas.
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Manutenção da estrada do Rio Preto: cerca de 140 km de estrada vicinal mantidos pela Buritirama (patrolamento, cascalhamento, drenagem), garantindo acesso de moradores, transporte escolar e escoamento local.
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Investimento em educação: apoio às escolas, inclusive fornecimento de material escolar.
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Apoio à infraestrutura urbana da Vila União e melhorias de acessos vicinais (bueiros, pontes menores, sinalização).
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Empregos e cadeia produtiva:
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Geração de mais de 400 empregos diretos e ~1.200 indiretos, com ênfase em mão de obra local.
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Estabilização da rede de pequenos e médios fornecedores, ampliando a capacidade de atendimento (logística, manutenção, serviços gerais, alimentação, EPIs).
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Mercado e produção:
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Atendimento ao mercado interno de manganês, tornando-se a principal fornecedora do mercado doméstico.
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Mercado externo: exportação de >700.000 t de manganês, reposicionando a empresa como player relevante internacionalmente.
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Ampliação da capacidade produtiva: ramp-up sustentado, alinhando mina–beneficiamento–logística para elevar tonelagem expedida com qualidade e regularidade.
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Atividades acessórias habilitadoras:
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Infraestrutura logística: conservação de vias internas e vicinais, pátios, drenagem e sinalização operacional.
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Segurança e saúde: manutenção de DDS/APR, inspeções e comissões (CIPAMIN), com foco na prevenção de incidentes durante o ramp-up.
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Governança operacional: rotinas de comitês de produção, manutenção e SSMA, com painel de bordo consolidando KPIs acima.
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Produção Registrada em 2024
Minério Bruto/ROM: 716.131,41 ton Manganês: ~600 mil t Concentrado: Sinter feed e Lump
Receita Operacional Líquida em 2024
R$ 233.978.915,53
Exportações em 2024
575.673,95 toneladas / U$30.693.576,23
Minas em Atividade
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Complexo Buritirama / Marabá (PA).
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Tipo de minério produzido: Concentrado de Sinterfeed e concentrado de Lump
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Capacidade instalada: 2.5 Milhões de toneladas
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Início de operação: 1981
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Método de lavra: Cava a Céu Aberto
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Plantas de Beneficiamento em Atividade
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Planta de Beneficiamento e Britagem I e II / Marabá (PA).
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Tipo de produto: Concentrado de Sinterfeed e concentrado de Lump
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Capacidade de alimentação: 3.125.000 ton
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Capacidade de produção: 2.500.000 ton
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Processo: A Planta I tem flexibilidade para operar tanto com beneficiamento a úmido quanto à seco. No processo a úmido, o minério é alimentado à uma grelha fixa, com abertura de 100 mm. O retido alimenta um britador primário de mandíbulas, abertura de 75 mm, enquanto o passante é juntado ao produto do britador e alimenta uma grelha vibratória com abertura de 50 mm. O retido na grelha é transferido para um britador secundário de mandíbulas, com abertura de 50 mm. O produto do britador secundário se junta ao passante na grelha, < 50 mm, e é transportado para um tambor desagregador (scrubber), onde é adicionada água para desagregação do minério. A polpa de minério resultante alimenta uma peneira vibratória de 3 decks, classificando produto por classe de tamanho – lump, retido nos dois primeiros decks, sinter feed (SF), retido no terceiro deck, e finos. O produto Lump e o Sinter Feed são empilhados e transportados para a pilha de produto homogeneizado, que, quando completada, está disponível para comercialização. Os finos passantes no deck inferior da peneira alimentam um classificador espiral, onde o material afundado no tanque é empilhado e gera o produto Sinter Feed Fino (SFF), para posterior comercialização. O sobrenadante do tanque do classificador, material leve e fino, é bombeado para uma unidade de ciclonagem, onde o material fino separado é enviado para bacias de contenção e, o mais grosseiro e pesado, para um tanque de armazenamento de concentrado. O transbordo das bacias, já com baixo conteúdo de sólidos, é transferido para a barragem de rejeitos, de onde a água recuperada é recirculada de volta ao processo. O material sedimentado é removido por escavação mecânica, sendo o rejeito transportado para uma pilha contida dentro de uma antiga cava. O concentrado é empilhado para futuro aproveitamento econômico. Quando operando com minério com conteúdo de argilominerais baixo, a Planta I passa a operar no circuito a seco. Uma calha de desvio é acionada antes do tambor desagregador, transferindo o minério britado diretamente para a peneira de três decks. O terceiro deck é fechado, passando a peneira a gerar 2 produtos – Lump e SF, empilhados separadamente e transferidos para uma pilha de homogeneização. Eventualmente, dependendo das características do material, o fluxo pode ser desviado do britador secundário, gerando um produto mais grosseiro. Já a planta II a seco se trata de um processo mais simples, o qual é realizada uma britagem e classificação do material, resultando nos produtos Lump (Faixa grosseira) e Sinterfeed (Faixa fina).
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Projetos de Expansão
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Planta de Sinterização / Marabá (PA).
Produção de Sinterizado de Manganês a partir de rejeito de manganês. Investimentos: R$30.000.000,00. Conclusão: 2024.
Contingente de Empregados
Total: 413 colaboradores
Principais Projetos Socioambientais
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Programa de Castração Animal – Projeto de apoio ao controle de Zoonoses da Vila União;
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Projeto Mãos a Massa – Projeto de Qualificação de Mão-de-obra local para preparo de pratos e comidas para comercialização;
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Projeto Doe uma Vida – Doação de Sangue e receba uma muda de árvores nativas da região;
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Projeto Arborize – Doe um caderno e ganhe uma muda.
