Com motorização eletrônica exclusiva, intervalo de manutenção de até 500 horas, economia de até 20% no consumo de combustível e automação embarcada para monitoramento remoto, a linha de motobombas MWM responde a um setor que precisa equilibrar produtividade contínua, segurança operacional e compromissos ambientais cada vez mais rigorosos.
Adriano Espeschit deixará o cargo de Presidente da operação no Brasil. Clóvis Rossi, CEO da empresa, assumirá interinamente a presidência das operações brasileiras.
A iniciativa marca o início de parceria entre as empresas para ampliar o uso de tecnologias mais sustentáveis nas operações e contribui para a redução das emissões associadas ao transporte de materiais.
Os contratos definitivos abrangem até US$ 277 milhões em financiamento federal e até US$ 1,3 bilhão em capacidade de empréstimo sênior garantido nos termos da Lei CHIPS, com desembolsos vinculados ao cumprimento de marcos do projeto.
Realizado anualmente por Brasil Mineral há mais de uma década, evento se tornou o principal fórum brasileiro dedicado ao diálogo entre indústria mineral e as comunidades impactadas por seus projetos.
A mudança proporcionará aos investidores acesso às ações da companhia por meio do SETS, oferecendo liquidez através de negociações tradicionais no livro de ofertas, bem como por meio de cotações bidirecionais de formadores de mercado.
As ações fazem parte de um conjunto estruturado de programas voltados à conservação, restauração e educação ambiental, alinhados à estratégia corporativa de gestão da biodiversidade.
O Projeto de Lei, em tramitação na Câmara dos Deputados, transfere competências para a ANM, atualiza o conceito de garimpeiro e propõe leilão social para áreas de menor volume de minérios.
Gustavo Lanna, Presidente do Sindiextra, defende associativismo, modernização e visão de longo prazo para um segmento que movimenta 706 milhões de toneladas por ano e ainda opera abaixo do pico histórico de 2013.
A parceria estabelece um quadro de colaboração conjunta com o objetivo de desenvolver projetos de BECCS, uma tecnologia de remoção de carbono que captura CO₂ de sistemas energéticos baseados em biomassa e o armazena permanentemente.