Os resultados da perfuração de terras raras em Morro do Ferro confirmam que o furo MFSR-051 retornou 116 metros com 4,78% de Óxidos Totais de Terras Raras (TREO) a partir da superfície.
Memorando prevê que empresa sul-coreana adquira até 30% da produção do Projeto Caldeira por até sete anos, em acordo que reforça posição do Brasil na cadeia global de minerais críticos.
As recuperações de MREO em julho de 2026 superaram 80%, superando significativamente as recuperações metalúrgicas adotadas no Estudo de Pré-Viabilidade (PFS).
O projeto visa aplicar inteligência artificial para otimizar a separação de elementos de terras raras a partir de múltiplas fontes de alimentação, melhorando a eficiência do processo, a qualidade do produto e a estabilidade operacional.
Os novos dados ampliam a base técnica do empreendimento para a conclusão do Estudo de Viabilidade Definitivo (DFS) e reforçam o Projeto Caldeira entre os maiores depósitos de argilas iônicas contendo terras raras do mundo.
O executivo defendeu que o principal diferencial competitivo do Brasil no mercado global de terras raras está na capacidade de desenvolver uma mineração alinhada aos mais elevados padrões de sustentabilidade.
A colocação consiste em aproximadamente 190,1 milhões de novas ações, com preço de US$ 0,053 cada, representando um desconto de 3,6% em relação ao último preço negociado de US$ 0,055.
O BFS confirma o Ema como um projeto de terras raras de longa vida útil e economicamente resiliente, impulsionando a trajetória da BCM rumo ao desenvolvimento e fortalecendo sua exposição a minerais críticos que sustentam as tendências globais de eletrificação.