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Minerais Críticos

BRAMINVEST 2026 visa atrair capital global para o potencial mineral da América Latina
24 de setembro, 2026
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A associação passa a integrar o Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, vinculado à Presidência, após sanção da Lei nº 15.506/2026.

O encontro ganhou relevância após confirmação da sanção da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, com presença do presidente Lula e ministros de Estado.

Política Nacional deve adicionar até R$ 192 bilhões ao PIB brasileiro e gerar cerca de 750 mil empregos até 2050, abrindo oportunidades de cooperação com os Estados Unidos.

Comitê será lançado em 28 de setembro e busca aproximar diferentes atores do setor para debater mecanismos de prevenção e resolução de controvérsias em empreendimentos minerários.

2º Fórum Brasil-China de Investimento em Mineração reúne delegações dos dois países na capital chinesa e coloca o PL 2780/2024 no centro do debate sobre o futuro das relações minerais bilaterais

Encontro em setembro vai reunir C-levels, governo e investidores para transformar a aprovação legislativa em investimento, pesquisa e participação efetiva nas cadeias globais de maior valor agregado.

Disputas entre países por acesso a recursos impulsionam financiamento público de US$ 65 bilhões em 2025, com governos assumindo papel crescente em negociações bilaterais e contratos de fornecimento de longo prazo.

A entidade questiona se os investimentos em pesquisa e tecnologia permanecerão nos municípios produtores ou seguirão o padrão histórico de sair das regiões de exploração.

Anúncio foi feito durante evento realizado na sede da CBPM.

ABDI e setor produtivo debatem como transformar a riqueza mineral brasileira em desenvolvimento tecnológico e industrial, em paralelo à análise da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.

A TSX e a TSX Venture Exchange promovem o 2º Roadshow para a América Latina, conectando investidores canadenses a 40 projetos promissores de minerais críticos na região.

A ABPM critica a aprovação acelerada e sem diálogo do Projeto de Lei 2.780/2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.

Senado aprova PL 2780/2024 e Congresso estabelece um marco para sustentar as políticas públicas para minerais críticos e estratégicos e cria mecanismos de apoio ao adensamento das cadeias produtivas minerais. Com a aprovação do projeto, o Brasil continua aberto ao investimento produtivo. A prioridade para o setor continuará sendo garantir a segurança jurídica e a previsibilidade, debate que continuará com o governo nas fases de regulamentação e implementação.
Texto aprovado nesta quarta-feira (2) cria fundo garantidor de até R$ 2 bilhões e crédito fiscal de até R$ 5 bilhões para quem beneficiar, transformar ou reciclar minerais críticos em território nacional. Como o relatório de Eduardo Braga preservou a versão da Câmara, o projeto segue direto para sanção presidencial.

Senior Advisor chega à consultoria com mais de 30 anos de experiência em políticas públicas, transição energética e marcos regulatórios do setor mineral.

Evento em setembro reunirá representantes do setor público, empresas e investidores para discutir estratégias de produção e industrialização sustentável diante da crescente demanda global.

Diretor-executivo da associação alerta que excesso de intervenção estatal e falta de injeção de recursos podem afastar investidores estrangeiros e reduzir a atratividade do Brasil.

Estudo da Amcham Brasil mostra que maior atração de investimento internacional e processamento doméstico de minerais críticos pode gerar 446 mil empregos adicionais até 2050.

A cadeia produtiva de imãs permanentes no país depende de importações, revelando a lacuna entre a mineração e a manufatura de produtos de alto valor agregado.

Comissão pretende aproximar ecossistemas minerários dos dois países e desenvolver projetos relacionados a terras raras e transição energética.

Exportações do estado quadruplicaram em valor no primeiro semestre de 2026, atingindo US$ 6,8 milhões, elevando o tungstênio para a segunda commodity que mais arrecada royalties minerais no RN.

Projeto de mineração subterrânea inédita na Bahia projeta EBITDA recorde de 140 a 150 milhões de dólares para 2026 com operação que já gera quase 3 mil empregos diretos.

Investimento orçamentário visa ampliar o conhecimento do potencial mineral brasileiro através do Serviço Geológico do Brasil, enquanto o governo negocia aprovação da política no Senado sem alterações.

O debate reuniu líderes de empresas como Anglo American Brasil, Ero Copper e CBA para discutir como a previsibilidade regulatória e a integração entre governo e iniciativa privada são essenciais para o Brasil transformar seu potencial mineral em liderança global na transição energética.

Talk-show na Exposibram 2026 debateu como transformações globais redefinem planejamento estratégico e avaliação de riscos nas mineradoras, destacando posição central do Brasil em minerais críticos para transição energética.

Planta será construída em Wagerup, junto à refinaria de alumina da empresa, com parceria de governos da Austrália, Japão e Estados Unidos para fortalecer cadeias de suprimento de minerais críticos.

Associação entregou dez medidas aos candidatos presidenciais, incluindo a criação de uma Política Nacional de Minerais Críticos como política de Estado e a harmonização de procedimentos regulatórios para desbloquear investimentos.

O acordo prevê investimentos de US$ 1 milhão em ajustes ambientais e multas de até US$ 540 mil, permitindo que a empresa atinja 240 mil toneladas de concentrado de óxido de lítio nos próximos 12 meses.

Recursos serão destinados a sete projetos de processamento, fabricação e reciclagem de materiais críticos, fortalecendo a cadeia de suprimentos americana e reduzindo dependência de fontes estrangeiras.

Aprovação do PLP 114/2026 e do PL 699/2023 remove barreiras fiscais e cria incentivos de até R$ 1 bilhão para a produção doméstica entre 2027 e 2031.

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social estrutura iniciativas para financiar projetos de minerais estratégicos, com foco em beneficiamento e transformação industrial que ampliem a integração entre produção mineral e atividades industriais.

Empresa defende que o diferencial competitivo do Brasil está na capacidade de processar recursos, não apenas extraí-los, com operação em Grota do Cirilo já produzindo 270 mil toneladas de concentrado de óxido de lítio por ano.

O evento vai reunir pesquisadores, artistas e lideranças comunitárias entre 13 e 15 de agosto para debater mineração responsável, transição energética e justiça ambiental.

Senador relator do projeto apresentou preliminar na comissão de infraestrutura e concordou com a pauta de investimentos produtivos e inovação como responsabilidade compartilhada entre mineração e indústria.

Estudo projeta que maior participação de capital estrangeiro e adensamento das cadeias produtivas poderão gerar 446 mil empregos adicionais e beneficiar estados como Minas Gerais, São Paulo e Paraná.

Estudo em parceria com a U.S. Chamber of Commerce mensura o impacto econômico da expansão de investimentos na cadeia de minerais críticos para o Brasil.

Acordo prevê que a empresa coreana adquira até 30% do concentrado produzido pelo Projeto Caldeira por um período de até sete anos, com suporte técnico e ajuda na busca de financiamento.

Estudo da Superintendência de Economia Mineral e Geoinformação mapeia que a região concentra 48,2% dos processos para minerais críticos do Brasil, com destaque para ouro, estanho e cobre.

Relatório aponta que gargalos estruturais, riscos regulatórios e ambientais prejudicam a atratividade de projetos na região, apesar das vantagens geológicas e custos competitivos.
Executivo defendeu a sustentabilidade como diferencial competitivo do Brasil no mercado global de terras raras, posicionando o país como fornecedor estratégico para Europa e Estados Unidos.

Venda dos direitos de exploração do projeto para a Titanium Global SPE Ltda. movimenta US$ 2,0 milhões e permite à empresa realocar capital para ativos prioritários.

Magnésia calcinada cáustica atua como reagente alcalino em processos hidrometalúrgicos, permitindo a precipitação eficiente de metais dissolvidos e melhorando o desempenho operacional da recuperação.

Produto desenvolvido na planta-piloto em Santiago contém aproximadamente 99% de teor de terras raras, aumentando significativamente a pureza em relação aos carbonatos convencionais.

Iniciativa foi apresentada durante o 27º Congresso Mundial de Mineração em Lima, apoiada pelo ministro peruano Waldir Eloy, e busca harmonizar políticas minerais entre países latino-americanos.

Acordo prevê troca de informações e análise de lacunas tecnológicas em minerais críticos para posicionar o Brasil nas cadeias globais de maior conteúdo tecnológico.

Projeto já conta com licenças de implantação e promete produzir 28 mil toneladas anuais de níquel e 1 mil toneladas de cobalto a partir de 2030.

Projeto prevê investimento de R$ 700 milhões e entrada em operação no segundo semestre de 2029, com capacidade de produção superior a 50 mil toneladas anuais de grafite concentrado.

Investimento de fundo institucional visa financiar avanço do projeto de terras raras Morro do Ferro, localizado no Brasil.

Investimento na SpaceX de Gina Rinehart busca posicionar a empresa australiana para aproveitar a demanda futura por minerais críticos na era da tecnologia avançada.

Relatório com projeções até 2030 mostra mercado de óxido de praseodímio-neodímio em transição, com oferta apertada no início do ano mas recuperação esperada no segundo semestre, enquanto políticas regulatórias chinesas reforçam controles de exportação.

Documento assinado em Paris reúne mineradoras e instituições financeiras para mobilizar capital privado e fortalecer as cadeias de suprimento de minerais essenciais à transição energética.

Documento propõe roteiro em três horizontes para que o Brasil abandone exportação de minério bruto e desenvolva cadeias de valor de alto valor agregado até 2050.

Pablo Cesário reforçou que o Brasil reúne condições únicas para liderar a oferta global de minerais estratégicos, combinando recursos naturais, pesquisadores qualificados e empresas competitivas.

Com EBITDA mais que dobrado em pouco mais de um ano, a divisão projeta crescer de 10% para 26% do resultado total em 2025, impulsionada pela demanda global por metais em transição energética.

O seminário, marcado para 9 e 10 de junho em Brasília, reunirá governo, parlamentares, empresários e especialistas para debater acordos bilaterais, industrialização e acesso a mercados de minerais essenciais para a transição energética.

Artigo questiona mecanismo de controle estatal sobre capital estrangeiro na mineração, comparando-o com setores igualmente sensíveis que já abriram suas portas a investidores multinacionais.

Acordo envolve construção de porto e coordenação de investimentos para fortalecer cadeias de suprimento de mineração e processamento, incluindo reciclagem de minerais críticos.

Chamada pública do banco recebeu R$ 85 bilhões em propostas, com 56 planos selecionados totalizando R$ 46 bilhões em investimentos previstos para mineração.

Grupo de trabalho visa criar agenda nacional para fortalecer infraestrutura científica, formar profissionais especializados e ampliar conteúdo nacional nas cadeias minerais estratégicas nos próximos 90 dias.