O programa de treinamento foi desenvolvido para capacitar os participantes com conhecimentos e habilidades essenciais em financiamento de mineração, com foco especial na avaliação econômica e no planejamento financeiro de projetos de minerais críticos.
Apesar dos incentivos à industrialização e à inovação mineral, falta de critérios claros para atuação do governo pode afastar investidores e criar novos gargalos para o setor.
Dentre outras medidas, o projeto cria o Fundo Garantidor da Atividade Mineral (Fgam), com aporte previsto de R$ 2 bilhões da União para garantir empreendimentos e atividades vinculados à produção de minerais críticos e estratégicos.
A América do Sul - especialmente o Brasil, que possui as segundas maiores reservas mundiais de terras raras, mas ocupa a 12ª posição na produção - enfrenta uma oportunidade histórica.
Como o mercado de terras raras é amplamente dominado pela China, existe atualmente no mundo ocidental uma espécie de “corrida” visando assegurar o suprimento dessas matérias-primas, liderada pelos Estados Unidos, mas também pela Europa e Japão, principalmente.
O texto também propõe a verticalização da produção (agregação de valor internamente), para que o País não seja um mero exportador de commodities ou minério bruto.
Equipamentos como celulares, computadores e baterias descartados contêm lítio, cobalto, ouro, platina, paládio e outros minerais críticos, cuja demanda global cresce em ritmo acelerado, impulsionada pela transição energética.
"Em paralelo à fusão para formar uma líder em minerais críticos com a Anglo Teck, continuamos a cumprir nossas prioridades estratégicas de excelência operacional, otimização de portfólio e crescimento”.
Segundo a AMC, medidas podem, ainda que não intencionalmente, comprometer a atratividade do Brasil e dificultar a viabilização de empreendimentos que dependem, em grande medida, de capital estrangeiro.