A iniciativa conta com investimento total de R$ 6,7 milhões, viabilizado por meio de recursos do Novo PAC. Até 1º de junho, 90% da área foi sobrevoada e os resultados serão publicados no 2º semestre.
O projeto busca ampliar o conhecimento sobre rochas evaporíticas (rochas de sal) ricas em cloreto de potássio (KCl), utilizado na produção de fertilizantes agrícolas.
A área mapeada é relevante por sua característica geológica e metalogenética e pela possível presença de depósitos epitermais e tipo pórfiro de ouro, cobre e molibdênio.
A iniciativa integra esforços das instituições para ampliar as informações sobre mineração responsável e sustentabilidade para o público infantojuvenil.
O destaque foi para as unidades geológicas com maior potencial para mineralizações associadas a rochas fosfáticas, elementos terras raras (ETRs) e urânio.
O projeto reúne, de forma integrada, dados de magnetometria, gamaespectrometria e gravimetria strapdown, combinação inédita nos levantamentos aerogeofísicos realizados no País.
O objetivo é ampliar o conhecimento sobre o potencial mineral brasileiro, com foco em insumos estratégicos para a transição energética e o desenvolvimento tecnológico.
A área estudada abrange cerca de 24,2 mil km² na porção centro-norte da Bahia, a 340 quilômetros de Salvador, e está inserida no contexto do Cráton do São Francisco.
Rondônia tem uma geologia diversificada com rochas pertencentes a diferentes ambientes geológicos e idades, o que favorece a presença de importantes recursos minerais.
Pesquisadores brasileiros e canadenses irão trabalhar em pesquisas para compreender os processos geológicos integrados responsáveis pela formação, concentração e preservação de depósitos de níquel.
Há um desafio estrutural, já que o Brasil tem 14,2 milhões km² (incluindo área marinha) e que apenas cerca de 30% conta com bom conhecimento. Além disso, 60% do território é composto por bacias sedimentares com baixo nível de informação.