Com um aporte superior a US$ 500 milhões em fundos e foco na integração da cadeia de valor, o banco de desenvolvimento brasileiro assume o protagonismo na transição energética global.
O Brasil tem recursos, tecnologia e capital, mas precisa modernizar o licenciamento ambiental para reduzir prazos, que hoje é de 3 a 4 anos, e aumentar a previsibilidade regulatória.
Verticalização e processamento de minerais críticos no Brasil deve ser guiada por economia e previsibilidade e sugerem a criação de hubs integrados, o que reduz custos.
Há um desafio estrutural, já que o Brasil tem 14,2 milhões km² (incluindo área marinha) e que apenas cerca de 30% conta com bom conhecimento. Além disso, 60% do território é composto por bacias sedimentares com baixo nível de informação.
Foi o que ficou patente na sessão de abertura do “Brazilian Mining Day”, que se realiza durante todo o dia 3 de março, no âmbito da convenção PDAC 2026
Don Lindsay, ex-CEO da Teck Resources e atual diretor da BHP Group, defende disciplina de capital, inovação com propósito e colaboração como pilares da mineração do futuro.
O entendimento estabelece um mecanismo estruturado de colaboração entre as duas entidades, com foco na promoção conjunta de atividades institucionais, no intercâmbio de melhores práticas e no estímulo a investimentos e financiamentos voltados ao setor mineral.
“Mais do que ampliar produção ou conquistar novos mercados, o desafio colocado para a indústria mineral — e para a Vale em particular — é redesenhar o próprio conceito de mineração, incorporando novas tecnologias, reduzindo impactos ambientais e ampliando a geração de valor para as comunidades”
Um dos destaques da agenda organizada pela ADIMB e pela BCCC (Brazil-Canada Chamber of Commerce), com apoio do Consulado Geral do Brasil em Toronto, é o Brazilian Mining Day, no dia 3 de março.
Entidade recomenda fortemente aos interessados a participação no Brazilian Mining Day, evento organizado e promovido pela ADIMB e parceiros, no dia 03 de março, na sala 105 do MTCC North Building,