O projeto reúne, de forma integrada, dados de magnetometria, gamaespectrometria e gravimetria strapdown, combinação inédita nos levantamentos aerogeofísicos realizados no País.
O presidente do SGB também informou que o órgão avança na modernização da infraestrutura laboratorial brasileira por meio de um projeto desenvolvido em parceria com a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP).
O levantamento foi elaborado em escala regional e indicou setores mais promissores para a ocorrência desses elementos. Com os resultados, o SGB selecionou áreas prioritárias para estudos detalhados.
Os mapas contêm informações sobre a distribuição espacial das unidades geológicas, suas relações estratigráficas, padrões estruturais e recursos minerais da área mapeada.
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) lança mapas geológicos detalhados do Escudo Sul-Rio-Grandense e da Província Carajás, essenciais para o conhecimento geológico e a exploração de recursos minerais do país.
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) disponibilizou dados de 212 projetos em sua base de geoquímica, incluindo centenas de milhares de amostras e alíquotas, visando otimizar recursos e evitar custos com novas campanhas e análises.
Os trabalhos incluem mapeamento geológico, descrição detalhada de perfis de alteração, coleta sistemática de amostras e integração de dados geológicos, geoquímicos e geofísicos.
A área estudada abrange cerca de 24,2 mil km² na porção centro-norte da Bahia, a 340 quilômetros de Salvador, e está inserida no contexto do Cráton do São Francisco.
Rondônia tem uma geologia diversificada com rochas pertencentes a diferentes ambientes geológicos e idades, o que favorece a presença de importantes recursos minerais.
Há um desafio estrutural, já que o Brasil tem 14,2 milhões km² (incluindo área marinha) e que apenas cerca de 30% conta com bom conhecimento. Além disso, 60% do território é composto por bacias sedimentares com baixo nível de informação.