Com motorização eletrônica exclusiva, intervalo de manutenção de até 500 horas, economia de até 20% no consumo de combustível e automação embarcada para monitoramento remoto, a linha de motobombas MWM responde a um setor que precisa equilibrar produtividade contínua, segurança operacional e compromissos ambientais cada vez mais rigorosos.
Participaram Maria Green, do CETEM, Sérgio Leão, do Tribunal de Contas do Município do estado do Pará (TCM Pará) e Rogério Moreira, Consultor Jurídico da AMIG.
Participaram da mesa-redonda Gilson Camboim, Pedro Eugênio, Caio Mario Trivellato Seabra Jr, Antônio João Paes de Barros, e como moderador Fernando Gabriel Araújo.
A companhia pretende utilizar os recursos líquidos para atender às necessidades de aumento de capital para a construção do projeto de ferro-níquel Araguaia.