Segundo Izabella Teixeira, os países emergentes, como o Brasil, têm abundância de recursos naturais, fontes de energia renovável e regiões como a Amazônia, vitais para o equilíbrio climático.
Paulo Artaxo e Jarbas Caiado são os vencedores do Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia 2025, reconhecidos por suas contribuições em mudanças climáticas e inovação tecnológica, respectivamente.
A descarbonização da siderurgia exige mais do que a reciclagem de sucata, sendo crucial investir em rotas primárias de baixo carbono, como hidrogênio verde e captura de carbono, para garantir a competitividade do setor.
O IPCC nomeou 664 especialistas de 111 países para o Sétimo Relatório de Avaliação (AR7) sobre mudanças climáticas, com maior representatividade de países em desenvolvimento e mulheres.
"A indústria brasileira do cimento se apresenta, não como um problema, mas como parte essencial da solução. Há muitos anos assumimos com seriedade e compromisso nosso papel diante da agenda global."
A descarbonização e a transição energética, ao mesmo tempo que representam desafios para as empresas, apresentam oportunidades para a cadeia de produção mineral.
Diante da necessidade urgente de intensificar a ação climática, as metas nacionais atualizadas para a próxima década (2025-2035) devem ser mais ambiciosas e cientificamente rigorosas
A CEO selou o Acordo de Paris em 2015 – compromisso dos países voltado a reduzir as emissões de gases de efeito estufa para que o aumento da temperatura do planeta fique abaixo de 1,5ºC
À medida que as mudanças climáticas se intensificam, os riscos para a operação das mineradoras também crescem, com a ocorrência mais frequente de chuvas intensas e inundações
A discussão sobre transição energética passa pela questão dos minerais. E essa composição de relações políticas e econômicas define, hoje, o contexto do debate geopolítico climático no mundo, onde a mineração tem um papel estratégico".