Com capacidade instalada de 4,5 milhões de toneladas anuais de aço líquido, a unidade também fabrica outros produtos como vergalhão e fio-máquina, abastecendo o mercado interno e exportando para dezenas de países.
Entre os países asiáticos, a China produziu 83,6 milhões de toneladas em abril de 2026 e caiu 2,8% em abril, enquanto a Índia registrou 13,8 milhões de toneladas no mês, 3,9% a mais que em abril de 2025.
O resultado foi impactado pela transição da Mina de Serra Azul, que concluiu a implantação de uma planta de produção de pellet feed, cujo início da produção ocorreu em agosto de 2025.
O lucro líquido ajustado totalizou R$ 1,0 bilhão entre janeiro e março, enquanto a receita líquida somou R$ 16,7 bilhões e as vendas físicas de aço alcançaram 2,8 milhões de toneladas.
O lucro líquido alcançou R$ 896 milhões, aumentos de 596% e 166% sobre o quarto trimestre e o primeiro trimestre de 2025, respectivamente, o que refletiu a evolução do resultado operacional e do resultado financeiro.
A China produziu 87 milhões de toneladas, 6,3% a menos que em março de 2025, enquanto a Índia produziu 15,3 milhões de toneladas no mês, um incremento de 9,4% sobre o mesmo mês de 2025.
Para a Gerdau, o reconhecimento reforça uma trajetória de mais de 125 anos marcada pelo compromisso com o desenvolvimento sustentável da indústria do aço.
A Associação Mundial do Aço prevê um crescimento modesto na demanda global de aço em 2026 e 2027, indicando que o setor atingiu seu ponto mais baixo em 2025-2026.
A China teve produção estimada de 76,1 milhões de toneladas, um declínio de 3,6% em relação a fevereiro do ano passado. Índia e Japão produziram 13,6 e 6,4 milhões de toneladas, com acréscimo de 7,7% na Índia.