O lucro líquido alcançou R$ 896 milhões, aumentos de 596% e 166% sobre o quarto trimestre e o primeiro trimestre de 2025, respectivamente, o que refletiu a evolução do resultado operacional e do resultado financeiro.
A China produziu 87 milhões de toneladas, 6,3% a menos que em março de 2025, enquanto a Índia produziu 15,3 milhões de toneladas no mês, um incremento de 9,4% sobre o mesmo mês de 2025.
Para a Gerdau, o reconhecimento reforça uma trajetória de mais de 125 anos marcada pelo compromisso com o desenvolvimento sustentável da indústria do aço.
A Associação Mundial do Aço prevê um crescimento modesto na demanda global de aço em 2026 e 2027, indicando que o setor atingiu seu ponto mais baixo em 2025-2026.
A China teve produção estimada de 76,1 milhões de toneladas, um declínio de 3,6% em relação a fevereiro do ano passado. Índia e Japão produziram 13,6 e 6,4 milhões de toneladas, com acréscimo de 7,7% na Índia.
O lucro líquido do ano fiscal de 2025 foi de US$ 3,2 bilhões e o lucro por ação básico foi de US$ 4,13 (lucro líquido ajustado de US$ 2,9 bilhões e lucro por ação de US$ 3,85).
A Gerdau investiu aproximadamente R$ 200 milhões para aprimorar as práticas ambientais, melhoria da eficiência operacional e modernização dos equipamentos da área da aciaria, ao permitir que a operação forneça tarugos com 12m de comprimento.
A China produziu 72 milhões de toneladas, 12,1% a menos que em outubro do ano passado, enquanto a Índia produziu 13,6 milhões de toneladas no mês, um incremento de 5,9%.
Durante fiscalização derivada da Operação Rastro Negro, o Ibama constatou que a siderúrgica autuada havia recebido e consumido mais de 44 mil m³ de carvão vegetal em desacordo com o que constava do DOF (Documento de Origem Florestal).
Após o fechamento da operação, a Ternium Investments e sua subsidiária Ternium Argentina, juntamente com a Confab, passarão a deter uma participação total de 92,9% no grupo de controle da Usiminas.