As empresas não tinham autorização da Agência Nacional de Mineração (ANM) e a atividade resultou na retirada de aproximadamente 219 mil m³ do mineral cujo valor de mercado, atualizado em novembro de 2025, é estimado em cerca de R$ 26,6 milhões.
Durante fiscalização derivada da Operação Rastro Negro, o Ibama constatou que a siderúrgica autuada havia recebido e consumido mais de 44 mil m³ de carvão vegetal em desacordo com o que constava do DOF (Documento de Origem Florestal).
A ANM participa da criação de uma Coalizão Global para combater a mineração ilegal de ouro, visando a sustentabilidade, a rastreabilidade e o combate ao crime organizado.
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) realizou missão na Colômbia para fortalecer a cooperação técnica no combate à mineração ilegal e na rastreabilidade do ouro, em parceria com a UNODC e autoridades colombianas.