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Sandvik avança na vanguarda da sustentabilidade

Tecnologia da multinacional sueca assina a revolução da siderurgia na primeira planta do mundo de produção de briquetes verdes

Na complexa teia da indústria siderúrgica, onde a demanda por aço se entrelaça com as preocupações ambientais, a empresa sueca Sandvik emerge como uma força motriz por trás de uma das mais significativas inovações dos últimos tempos: os briquetes verdes.

O cerne desse avanço tecnológico reside na capacidade de aglomerar minério de ferro a baixas temperaturas, criando um produto final altamente resistente e eficiente. Esse feito, possibilitado pela solução tecnológica de aglomerantes, não apenas revoluciona os métodos tradicionais de produção, mas também reconfigura as perspectivas da indústria siderúrgica em direção a uma sustentabilidade ambiental.

Ao contrário dos métodos convencionais de aglomeração, como a pelotização e a sinterização, os briquetes verdes demonstram uma redução significativa nas emissões de dióxido de carbono (CO2). Estudos indicam que essa tecnologia pioneira pode reduzir em até 10% as emissões de CO2 na cadeia siderúrgica, contribuindo assim para os esforços globais de combate às mudanças climáticas.

Mas os benefícios não param por aí. Os briquetes verdes também desempenham um papel crucial na redução da emissão de outros gases nocivos, como o dióxido de enxofre (SOX) e o óxido de nitrogênio (NOX), promovendo assim uma atmosfera mais limpa e saudável para as comunidades vizinhas às siderúrgicas.

Além dos ganhos ambientais, a produção de briquetes verdes traz consigo uma abordagem sustentável e responsável em relação aos recursos naturais. Ao dispensar o uso de água em seu processo fabril e ao incorporar areia proveniente de rejeitos de mineração, esses briquetes não apenas reduzem a pegada hídrica da indústria, mas também contribuem para a gestão eficiente de resíduos e para a economia circular.

Balanças fornecidas pela Sandvik operam na primeira planta de briquetes verdes do mundo

“Até o final de 2024 teremos contribuído para produzir 6 toneladas de briquetes verdes no Brasil”

Os briquetes não são exatamente uma novidade, pois já vinham sendo desenvolvidos há mais de uma década de pesquisas. Contudo a primeira planta do produto no mundo foi recém inaugurada, aqui mesmo no Brasil, no final de 2023, em Vitória (ES). A planta recebeu 32 equipamentos da Sandvik, dentre balanças tipo Loss in Weight, balanças dosadoras de correia e balanças integradoras de correia. 

“Até o final de 2024 teremos contribuído para produzir 6 toneladas de briquetes verdes no Brasil”, afirmou Cristiane Tomé – BLM de Complementary Solutions da Sandvik.

De acordo com o Vice-presidente Latam da Sandvik Rock Processing Solutions, Victor Dossetto, contribuir para essa produção sustentável faz parte dos avanços que a Sandvik vem trilhando nos últimos anos. “Continuadamente buscamos soluções mais inteligentes para impulsionar as mudanças que permitirão que a indústria siderúrgica seja mais eficiente em todos os sentidos. Queremos gerar valor com criatividade e engenharia e participar com nossa tecnologia da primeira planta de briquetes verdes do mundo é a prova desse nosso compromisso”, expressa o executivo. 

Dossetto pondera ainda que o verdadeiro catalisador dessa transformação sustentável será a parceria estratégica entre a Sandvik Rock Processing Solutions e as principais mineradoras ao redor do mundo. 

A primeira planta representa um marco histórico na jornada em direção a uma indústria siderúrgica mais limpa, eficiente e responsável. A expertise e o compromisso da Sandvik com a excelência tecnológica são fundamentais para o sucesso e a viabilidade desses empreendimentos, destacando assim seu papel de liderança na transformação do setor. À medida que avançamos em direção a um futuro mais sustentável, a Sandvik continua na vanguarda da inovação, impulsionando a indústria siderúrgica em direção a novos horizontes de crescimento e desenvolvimento. Com soluções avançadas e uma visão voltada para o futuro, a empresa sueca reafirma seu compromisso com a construção de um mundo mais limpo, seguro e próspero para todos.

Entenda como o briquete verde cumpre um importante papel na descarbonização

O Acordo de Paris, assinado pela União Europeia e 193 outros países, estabelece metas ambiciosas para limitar o aumento da temperatura global abaixo dos 2°C, com esforços para alcançar 1,5°C. Para atingir esses objetivos, são necessários investimentos significativos em transferência de tecnologia e financiamento, além de revisões periódicas do acordo.

O Brasil, como signatário do Acordo, comprometeu-se a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em até 37% até 2025 e 43% até 2030. No entanto, a eficácia das metas brasileiras tem sido questionada, com ambientalistas argumentando que são insuficientes para conter as mudanças climáticas. Para atingir os objetivos previstos, o Brasil precisa implementar medidas mais ambiciosas, incluindo a expansão de fontes de energia limpa e a redução do desmatamento.

A contribuição dos briquetes verdes é essencial para que o Brasil e outros países signatários do Acordo de Paris avancem em direção a um futuro mais sustentável e resiliente. À medida que enfrentamos os desafios das mudanças climáticas, a inovação e a colaboração entre empresas, governos e sociedade civil se tornam fundamentais para alcançar nossos objetivos comuns de proteger o planeta para as gerações futuras.

No contexto brasileiro, o cumprimento do Acordo de Paris representa um desafio e uma oportunidade única para promover uma transição para uma economia de baixo carbono e garantir o desenvolvimento sustentável do país. Diante desse cenário, os briquetes verdes desempenham um papel crucial na redução das emissões de gases do efeito estufa e no avanço das metas climáticas estabelecidas.

Ao substituir os métodos tradicionais de aglomeração de minério de ferro, que são intensivos em carbono, pelos briquetes verdes, as empresas siderúrgicas brasileiras podem reduzir significativamente suas emissões de CO2. Essa redução é fundamental para o Brasil cumprir seus compromissos de redução de emissões estabelecidos no âmbito do Acordo de Paris.

Ao adotar essas tecnologias inovadoras, o Brasil pode não apenas cumprir seus compromissos no âmbito do Acordo de Paris, mas também liderar o caminho em direção a uma economia mais verde, resiliente e sustentável para as futuras gerações.

Sucesso comercial 

Para Denilson Santos, gerente comercial da linha de Complementary Solutions da Sandvik, além da sustentabilidade inquestionável o briquete de minério de ferro será também um sucesso comercial, afinal ao poupar recursos naturais em sua produção ele se tornará mais econômico para as empresas, porém sua adesão pela indústria terá de ser estimulada. “Muitas vezes, em diversos setores das nossas vidas, nos deparamos com situações em que repetimos os mesmos processos, sem questionar, simplesmente porque foi como nos ensinaram. Por isso, além dos resultados de uma entrega, otimizar tecnicamente as etapas do processo produtivo é uma grande oportunidade. Para atender a um produto novo como os briquetes verdes, a cadeia de produção precisa estar otimizada”, opina Denilson.

A materialização dessa otimização precisa levar em consideração dois aspectos importantes: todos os profissionais envolvidos precisam ser ouvidos para potencializar as melhorias e, por outro lado, há impedimentos de ordem física que não podem ser negligenciados.  O desejo pelo sucesso comercial de um projeto que pretenda contribuir para a redução de emissão de poluentes e melhorar o processo siderúrgico, não pode se sobrepor ao rigor técnico na elaboração de soluções.

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