Vale nega intenção de aportar investimentos na BAMIN

25/06/2026
A Vale avaliou a oportunidade e não aprovou qualquer investimento relacionado à BAMIN.

 

A Vale rebateu algumas notícias veiculadas ao garantir que mantém o compromisso com a transparência e a conformidade legal, além de atuar em linha com as melhores práticas de governança no mercado global. A mineradora informa que as decisões são tomadas de forma técnica, independente e pautadas no melhor interesse da Vale, em cumprimento às políticas e regras de governança da companhia, que foram e seguem sendo cumpridas em relação aos temas apresentados a seguir, bem como em relação à análise e à deliberação de outros temas de interesse da Vale.

Sobre a Bahia Mineração (BAMIN), a Vale avalia oportunidades de investimento no curso regular de suas atividades, em especial aquelas sobre ativos com potencial contribuição às prioridades estratégicas da companhia. Decisões quanto à alocação de capital seguem rigoroso processo de avaliação, incluindo aspectos técnicos, econômicos e financeiros, e são tomadas em conformidade com as políticas e regras de governança da companhia. A Vale avaliou a oportunidade e não aprovou qualquer investimento relacionado à BAMIN.

Na área ferroviária, a Vale reitera que as negociações relativas à otimização dos Contratos de Concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), continuam, junto ao Ministério dos Transportes, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Infra S.A, no âmbito de suas respectivas competências legais. A Vale reafirma seu compromisso com as diretrizes e bases gerais para a otimização dos contratos de concessão ferroviária, estabelecidas no acordo celebrado em 30 de dezembro de 2024, notadamente quanto à base de ativos e as obras de infraestrutura. A mineradora encontra-se adimplente e continuará cumprindo integralmente todas as obrigações previstas nos Contratos de Concessão. Espera-se que a conclusão da otimização dos Contratos de Concessão, quando aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), conferira maior previsibilidade, segurança jurídica e definitividade às obrigações e aos investimentos associados às duas concessões ferroviárias da Vale, assegurando o adequado equilíbrio entre seus direitos e responsabilidades e contribuindo para a eficiência operacional de longo prazo da Companhia, com a perenidade do sistema logístico integrado.

Em relação ao Programa Mini-Minas, a Vale esclarece que tem adotado há alguns anos o conceito de parcerias de negócio no Brasil com empresas mineradoras de menor porte, também referenciadas como “mini-minas”. Tais parcerias visam em especial a aquisição de produtos destinados à venda final ou à concentração/blendagem para composição de mix de produtos. A Vale trouxe maior flexibilidade para seu portfólio e maior eficiência em custos, com melhor utilização de sua capacidade logística. A companhia reforça que as decisões com relação a tais parcerias são tomadas de forma técnica e pautadas no melhor interesse da Vale, após avaliação por comitê multidisciplinar constituído pela gestão. As decisões são tomadas conforme os ritos de governança aplicáveis e toda relação comercial com parceiros e fornecedores é estabelecida em linha com o Código de Conduta da Vale, demais políticas da Companhia e em linha com as melhores práticas de governança no mercado global. A Vale reitera que seguirá mantendo o mercado informado tempestivamente sobre qualquer fato relevante a respeito de seus negócios.