Anglo American afirma que diversidade não é agenda paralela

16/04/2026
Anglo American reafirma compromisso com diversidade, equidade e inclusão como pauta central para uma mineração mais segura, sustentável e inovadora.

 

Durante o DIVERSIBRAM 2026, a Anglo American reformou seu compromisso com políticas de diversidade, equidade e inclusão para uma mineração mais segura, sustentável e inovadora nos debates sobre temas dessa agenda. Na abertura do evento, realizado em 14 de abril, em Belo Horizonte (MG), a presidente da Anglo American no Brasil, Ana Sanches, afirmou que a diversidade “não é agenda paralela” e que a responsabilidade começa pela liderança. “Precisamos sair do discurso e ir para a prática. Todas as pautas relevantes dentro de uma empresa têm que começar pela liderança, não apenas na fala, mas nas atitudes. Temos que relembrar o peso da nossa caneta, das nossas decisões e como realmente podemos influenciar e transformar”, disse.

Em um painel sobre tecnologia a serviço da segurança e da inclusão, a diretora TI Américas da Anglo American, Siham Hassan, abordou o uso de soluções para ampliar a inclusão nas operações, fortalecer a segurança das pessoas e melhorar processos produtivos. Para Siham inovação na mineração não apenas reduz os riscos operacionais, mas também amplia as possibilidades de atuação nas minas, criando ambientes mais acessíveis e inclusivos. Um debate sobre o futuro do trabalho gerou reflexões sobre inclusão geracional, identidade e relações de trabalho na mineração. Geovanni Vieira, diretor de Pessoas e Organização da Anglo American, ressaltou “a necessidade de o setor se preparar para novas dinâmicas profissionais, destacando que ambientes diversos são essenciais para atrair talentos, o que garantirá a sustentabilidade do segmento no longo prazo”.

Encerrando a participação da empresa, o painel sobre territórios inclusivos abordou a relação da mineração com comunidades, fornecedores e cadeia de valor. A diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Anglo American, Ana Cunha, destacou que promover inclusão nas comunidades é fundamental para gerar desenvolvimento compartilhado, fortalecer relações locais e construir uma cadeia produtiva mais resiliente e justa. “A verdadeira diversidade está nas comunidades. Como indústria, precisamos ter a capacidade de nos conectar e abrir espaço para uma transformação que vise territórios mais fortes e inclusos”, frisou.