Produção da Aura Minerals totaliza 75.4 mil onças no trimestre

10/07/2026
As vendas totalizaram 77.764 GEO no segundo trimestre, uma queda de 4% em comparação ao 1T26, enquanto, em comparação ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 25%.

 

A Aura Minerals registrou 75.437 onças equivalentes preliminares de ouro no segundo trimestre de 2026 nas operações Aranzazu, Apoena, Minosa, Almas, Borborema e MSG (Mineração Serra Grande), uma redução de 8% em comparação ao trimestre anterior e 18% acima que o mesmo período de 2025. As vendas totalizaram 77.764 GEO no segundo trimestre, uma queda de 4% em comparação ao 1T26, enquanto, em comparação ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 25%, principalmente devido a melhores vendas em Almas, à Borborema em produção comercial e à aquisição da MSG.

No primeiro semestre de 2026, a Aura produziu 157.574 GEO a preços correntes e 158.448 GEO a preços constantes, um aumento de 27% em comparação ao mesmo período de 2025 e marcando o maior volume de produção em um primeiro semestre da história da companhia. No período, a Aura vendeu 159.129 GEO, 29% a mais em relação ao ano anterior. Nos últimos doze meses, a Aura produziu 313.868 GEO, um aumento de 21% em comparação ao período de doze meses imediatamente anterior. "Nossa produção no 2T26 ficou em linha com as expectativas, contribuindo para recordes de produção tanto no primeiro semestre do ano quanto nos últimos doze meses. Embora a produção do 2T26 tenha sido de 75,4 mil GEO — abaixo do 1T26, como esperado —, seguimos firmemente em linha com o Guidance para o ano. Tão importantes quanto os resultados atuais são as iniciativas estratégicas e os projetos de crescimento que posicionam a Aura para superar 600.000 GEO anuais nos próximos anos”, disse Rodrigo Barbosa, CEO e presidente da Aura.

A Aura afirma que seguiu investindo em infraestrutura subterrânea e desenvolvimento primário na MSG para transicionar o método de lavra de descendente para ascendente (bottom-up), enquanto Era Dorada está agora em plena construção, após recente aprovação do Conselho de Administração e Almas apresentou maior produção graças ao aumento da capacidade da planta decorrente da expansão em curso. Já o desenvolvimento da cava a céu aberto de Apoena avança conforme o plano, preparando o terreno para teores mais altos no segundo semestre do ano e Borborema avança em seus estudos técnicos para a expansão planejada, apoiada pelo acordo de relocação da rodovia com o DNIT. “Os estudos de exploração e técnicos seguem avançando em Matupá e Serra da Estrela, fortalecendo ainda mais nosso pipeline de crescimento orgânico”, afirmou Barbosa.

Em Almas, a produção atingiu 16.130 GEO, 25% acima do 2T25, impulsionada por maiores volumes de minério processado, em decorrência do projeto de expansão da capacidade operacional da mina. Esse efeito também impactou positivamente a produção em comparação ao 1T26, que apresentou um aumento de 2%. No 1S26, a produção totalizou 31.968 GEO, um aumento de 23% em comparação ao 1S25, impulsionado principalmente por um volume de minério processado 20% maior e uma alimentação de minério à planta 30% maior, refletindo os resultados da expansão da planta. No trimestre, Almas vendeu 17.920 GEO, volume superior à produção, uma vez que o último embarque do trimestre anterior estava em trânsito para a refinaria e foi considerado como volume de venda do 2T26. No 1S26, Almas vendeu 31.968 GEO. Em Apoena, a produção foi de 5.704 GEO, 24% abaixo do 1T26, devido a uma redução de 26% no teor, de 0,8 g/t para 0,6 g/t, conforme esperado no sequenciamento da lavra e em linha com o plano da Companhia. Em comparação ao 2T25, a produção também caiu 31%, principalmente devido a menores teores e menores taxas de recuperação. No 1S26, a produção total foi de 13.229 GEO, uma redução de 23% em comparação ao mesmo período do ano anterior, principalmente devido à menor alimentação de minério à planta e a menores teores. No trimestre, Apoena vendeu o mesmo volume produzido: 5.704 GEO, totalizando 13.229 GEO no semestre, o mesmo volume produzido. Esse resultado está em linha com o plano da Companhia de alcançar teores mais altos na Cava Nosde durante o segundo semestre. Em Borborema, a produção totalizou 14.251 GEO, 17% abaixo do trimestre anterior, impulsionada por menores teores, que caíram 18% (de 1,41 g/t para 1,16 g/t), devido ao sequenciamento da lavra, conforme esperado pela Aura. No 1S26, a produção total foi de 31.352 GEO, superior ao mesmo período do ano anterior, considerando que o ramp-up da produção comercial de Borborema teve início no 2T25. No trimestre, Borborema vendeu 13.996 GEO, totalizando 30.605 GEO no 1S26. Em MSG, a produção totalizou 7.186 GEO, uma redução de 16% em comparação ao 1T26, impulsionada por menor teor (de 1,54 g/t no 1T26 para 0,90 g/t no 2T26), mas em linha com as expectativas da Companhia no âmbito da estratégia de turnaround da MSG. Durante o trimestre, a Companhia também avançou, conforme esperado, em sua estratégia de melhoria operacional, com maior desenvolvimento de infraestrutura da mina e desenvolvimento primário para inverter o método de lavra para ascendente (“bottom-up”). No 1S26, a produção atingiu 15.766 GEO. Em relação às vendas, a MSG vendeu 7.190 GEO no 2T26, totalizando 16.698 GEO no 1S26.