Além das perdas humanas causadas pelo conflito, ativistas afirmam que a crise reforça os efeitos da dependência global de combustíveis fósseis, que tende a beneficiar grandes empresas enquanto amplia os custos para a população.
O mercado de alumínio parece estar atribuindo um prêmio de risco à possibilidade de que preços mais altos da energia possam afetar a viabilidade econômica das fundições e restringir a produção.
Os ETFs de ouro também registraram fortes entradas de capital, com fevereiro representando o nono mês consecutivo de adições líquidas globais, lideradas pela América do Norte e Ásia.
O minério de ferro ocupa posição central na economia do país, com as exportações de Pilbara desempenhando um papel decisivo no suporte tanto das comunidades quanto no orçamento nacional.
O ouro não sobe apenas porque o risco aumentou. Ele sobe porque o sistema financeiro global se tornou excessivamente concentrado em um único eixo, o dólar, e começa, lentamente, a buscar saídas.
A alta está sendo atribuída a sinais de uma renovada guerra comercial, com os Estados Unidos e a Europa ameaçando-se mutuamente com tarifas sobre a Groenlândia.
Uma possível ação militar dos Estados Unidos sobre a Groenlândia, território autônomo pertencente ao Reino da Dinamarca seria uma ruptura com normas fundamentais construídas no pós-Segunda Guerra Mundial
Na média, as projeções das várias instituições são as seguintes: Ouro – US$ 4.900/onça; Cobre – US$ 10.550/t; Minério de ferro – US$ 90-100/t; Níquel – US$ 15.250/t; Lítio – US$ 28.000/t.
As disrupções de oferta irão favorecer os preços do cobre até 2026, mas a incerteza em torno da perspectiva econômica global manterá os preços dos metais básicos moderados.
Moody's revisa projeções de preços para metais e commodities, prevendo crescimento global lento em 2025-2026, com destaque para a estabilidade do ouro e a demanda fraca por aço na China, apesar do crescimento econômico.