A G Mining Ventures adquire a G2 Goldfields, consolidando projetos na Guiana para criar uma operação de ouro de grande escala e baixo custo, com potencial de produção de quase 600 mil onças/ano.
A iniciativa visa avançar na avaliação de áreas com alto potencial mineral identificadas durante campanhas exploratórias realizadas em 2025, nas proximidades do depósito já conhecido.
“Tocantinzinho completou seu primeiro ano completo de produção comercial em 2025, apresentando desempenho operacional consistente, com produção, recuperação e custos em linha com as expectativas”,
Desembargador Cláudio Césare Braga Pereira, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), reverteu uma decisão de primeira instância que havia suspendido parcialmente o negócio envolvendo a aquisição dos ativos.
Os Recursos Minerais Globais totalizaram 9,17 milhões de onças medidas e indicadas e 1,17 milhões de onças inferidas em todo o portfólio de ativos da empresa.
Com o ouro atingindo máximas históricas (tendo superado os US$ 4.600 por onça em momentos de 2025 e ultrapassando US$ 5 mil em 2026), o metal tornou-se um dos ativos mais rentáveis da carteira do Banco Central do Brasil.
A área estudada abrange cerca de 24,2 mil km² na porção centro-norte da Bahia, a 340 quilômetros de Salvador, e está inserida no contexto do Cráton do São Francisco.
Os ETFs de ouro também registraram fortes entradas de capital, com fevereiro representando o nono mês consecutivo de adições líquidas globais, lideradas pela América do Norte e Ásia.
A aprovação do Escritório de Emergência Ambiental (NEA) representa a remoção do último obstáculo para o início e o aumento gradual da produção planejada no Complexo MTL.