Produção comercial em Tocantinzinho atinge 171 mil onças em 2025
A GMining Ventures Corp (GMIN) divulgou que a produção comercial em Tocantinzinho no primeiro ano atingiu 171.871 onças em 2025, com desempenho de custos estável, apesar do aumento nas despesas com royalties devido à alta dos preços do ouro. Foram alcançadas fortes taxas de recuperação metalúrgica de 90,6% no ano, superando a projeção de 90,0% para 2025. Os custos totais em caixa ficaram em US$ 748 por onça e ligeiramente acima do limite superior da projeção para 2025, principalmente devido a custos de royalties mais elevados (US$ 27 por onça) e à introdução do imposto de produção do Estado do Pará (US$ 27 por onça). Os custos totais de manutenção (AISC) por onça ficaram dentro da projeção para 2025, em US$ 1.155 por onça.
O fluxo de caixa anual das atividades operacionais somou US$ 308 milhões (US$ 340 milhões antes das variações no capital de giro), ou US$ 1,36 por ação. Tocantinzinho gerou fluxo de caixa livre local da mina de US$ 255 milhões (US$ 1.484/oz produzida), ou US$ 1,12 por ação, em seu primeiro ano completo de produção comercial. “Tocantinzinho completou seu primeiro ano completo de produção comercial em 2025, apresentando desempenho operacional consistente, com produção, recuperação e custos em linha com as expectativas”, disse Louis-Pierre Gignac, Presidente e Diretor Executivo. “A produção, os custos e a recuperação, em grande parte, atingiram ou superaram as projeções, ressaltando a confiabilidade e a disciplina operacional do ativo. A operação gerou US$ 255 milhões em fluxo de caixa livre, fortalecendo nosso balanço patrimonial e financiando o avanço de Oko West. O desempenho do quarto trimestre foi o mais forte do ano em todas as principais métricas, incluindo produção, teor e margens, demonstrando operações sólidas e estáveis. Entramos em 2026 com Tocantinzinho operando conforme o planejado, Oko West totalmente financiada e em construção, e Gurupi continuando a avançar nas etapas de exploração e licenciamento”.
O Lucro líquido reportado foi de US$ 288 milhões (US$ 1,27 por ação) para o ano completo de 2025 e lucro líquido ajustado de US$ 283 milhões (US$ 1,25 por ação). A produção pagável de ouro no quarto trimestre de 2025 foi de 47.346 onças, com custos totais em caixa por onça de US$ 808 e AISC por onça de US$ 1.245. O preço realizado do ouro mais elevado, de US$ 4.032 por onça no quarto trimestre, resultou em fortes margens e fluxos de caixa. A GMIN gerou lucro líquido trimestral de US$ 91 milhões, ou US$ 0,40 por ação, e lucro líquido ajustado de US$ 98 milhões, ou US$ 0,43 por ação, durante o quarto trimestre. A empresa gerou caixa operacional de US$ 96 milhões (US$ 122 milhões antes das variações no capital de giro), ou US$ 0,42 por ação, e fluxo de caixa livre (1) de US$ 80 milhões, ou US$ 0,35 por ação.
A produção média anual de ouro em TZ nos próximos dois anos será de 200.000 onças, com custos operacionais de US$ 750 por onça e AISC de US$ 1.190 por onça, valores líderes entre os concorrentes. A produção de ouro em TZ para 2026 está estimada entre 160.000 e 190.000 onças e entre 200.000 e 235.000 onças em 2027, representando um aumento de aproximadamente 25% em relação à produção de 2026, considerando o ponto médio da projeção, impulsionado pela contribuição integral do minério de maior teor da Fase 2 em TZ. Em 2026, prevê-se que os custos totais em caixa e o AISC aumentem 7% e 15%, respectivamente, em relação a 2025 e diminuam de forma constante a partir do segundo semestre de 2026 e ao longo de 2027. Prevê-se que os custos totais em caixa e o AISC melhorem substancialmente em 2027, com os custos em caixa e o AISC projetados para diminuir em aproximadamente 14% e 21%, respectivamente, em comparação com 2026, no ponto médio da previsão.
O Projeto Oko West, que permanece dentro do cronograma e do orçamento, com a primeira fundição de ouro prevista para o segundo semestre de 2027. O projeto está totalmente financiado, desde a construção até o início da produção comercial no começo de 2028. Em 31 de dezembro de 2025, os compromissos totais do projeto somavam aproximadamente US$ 424 milhões, representando 43% do orçamento de capital inicial, incluindo US$ 203 milhões em despesas já incorridas (ou US$ 24 milhões incluindo pagamentos antecipados de equipamentos de longo prazo). Já o projeto Gurupi tem como meta investir US$ 21 milhões este ano em exploração para expandir a base de recursos por meio de programas em áreas já exploradas e em novas áreas, com o objetivo de apresentar uma Estimativa de Recursos Minerais atualizada e uma Avaliação Econômica Preliminar (AEP) no segundo semestre. Paralelamente ao programa de exploração, avançaremos com estudos ambientais e sociais para dar suporte à apresentação de um Estudo de Impacto Ambiental e Social (EIA) no quarto trimestre de 2026.
No final de 2025, as reservas minerais comprovadas e prováveis aumentaram 221% em relação ao ano anterior, atingindo o recorde de 6,52 milhões de onças (126 milhões de toneladas com teor de 1,60 gramas por tonelada de ouro. O aumento anual das reservas minerais deve-se à adição de 4,64 milhões de onças, conforme descrito no estudo de viabilidade para Oko West, apesar da depleção em TZ após o primeiro ano completo de produção comercial. Em Oko West, a perfuração de preenchimento em 2025 identificou com sucesso novas estruturas de ramificação que expandiram e esclareceram a mineralização dentro dos limites da cava, tanto ao norte quanto ao sul do veio principal do Bloco 4, que abriga a maior parte da mineralização do depósito. Posteriormente, a exploração definiu um novo veio de alto teor fora dos limites da cava ao norte, no Bloco 1. A exploração para 2026 evoluiu para o maior programa de exploração da história da Corporação, com uma previsão de investimento entre US$ 42 milhões e US$ 50 milhões, incluindo aproximadamente US$ 21 milhões em Gurupi, US$ 16 milhões em Oko West e US$ 9 milhões em TZ.