Reservas da GMIN crescem 221% em 2025

12/03/2026
Os Recursos Minerais Globais totalizaram 9,17 milhões de onças medidas e indicadas e 1,17 milhões de onças inferidas em todo o portfólio de ativos da empresa.

 

A G Mining Ventures Corp (GMIN) registrou que reservas minerais comprovadas e prováveis somaram 6,52 milhões de onças de ouro com um teor médio de 1,60 g/t Au em 31 de dezembro de 2025, um aumento de 221% em relação ao ano anterior. Já os Recursos Minerais Globais totalizaram 9,17 milhões de onças medidas e indicadas e 1,17 milhões de onças inferidas em todo o portfólio de ativos da empresa. O projeto Oko West, na Guiana, atingiu 4,64 milhões de onças de reservas minerais comprovadas e prováveis, com um teor médio de 1,89 g/t de ouro após a conclusão do Estudo de Viabilidade de 2025, enquanto a mina Tocantinzinho somou 1,87 Moz de reservas minerais comprovadas e prováveis com um teor médio de 1,17 g/t de ouro, que sustentam as operações em andamento no Brasil.

“A atualização sobre as reservas minerais posiciona a G Mining Ventures com significativas opções estratégicas”, comentou Louis-Pierre Gignac, Presidente e Diretor Executivo. “Agora temos um ativo gerador de caixa em Tocantinzinho, que apoia a construção de Oko West, um dos maiores projetos de ouro em construção no mundo, enquanto Gurupi avança com os estudos técnicos. Essa plataforma de três ativos oferece múltiplos caminhos para o crescimento da produção, diversificação do portfólio e potencial de exploração. Com Oko West avançando rumo à primeira produção de ouro no segundo semestre de 2027 e o roteiro de desenvolvimento de Gurupi tomando forma, estamos construindo um portfólio diversificado e de longa duração, posicionado para um crescimento sustentado na próxima década”.

O aumento de 221% nas Reservas Minerais em relação ao ano anterior reflete a adição de 4,64 milhões de onças provenientes do Estudo de Viabilidade do Projeto Oko West, apesar da depleção em Tocantinzinho após o primeiro ano completo de produção comercial. Em Oko West, aproximadamente 88% dos recursos foram convertidos em reservas minerais. Este é um indicador positivo de confiança geológica e maturidade dos recursos, também demonstrado pela conversão de 2,40 milhões de onças de Recursos Inferidos (final de 2024) para a categoria Indicada, reduzindo as onças Inferidas para 1,17 milhão de onças no final de 2025.

A mina TZ (Tocantinzinho) alcançou a produção comercial no segundo semestre de 2024 e completou seu primeiro ano completo de operações em 2025, processando aproximadamente 189 mil onças de ouro, totalizando uma produção de 172 mil onças de ouro. Isso reflete a transição do ativo para uma operação estável e geradora de caixa. Em 31 de dezembro de 2025, o ativo apresentava 1,87 milhão de onças de reservas comprovadas e prováveis com teor de 1,17 g/t de ouro.

O orçamento de exploração para 2026 está definido entre US$ 8 e 10 milhões, com o objetivo de descobrir o próximo depósito dentro da área de concessão da TZ. Após a conclusão do Estudo de Viabilidade de 2025, a Oko West reporta 4,64 milhões de onças de reservas comprovadas e prováveis com teor de 1,89 g/t de ouro. O Estudo de Viabilidade prevê uma vida útil robusta da mina de 12,3 anos, com produção média anual de aproximadamente 350.000 onças. A construção está avançando conforme o cronograma, com 60% da engenharia detalhada concluída até o momento e a meta de conclusão total no terceiro trimestre de 2026. A primeira produção de ouro está prevista para o segundo semestre de 2027, com produção comercial esperada para janeiro de 2028. A empresa observa que a mineralização identificada por meio de perfuração exploratória realizada após a conclusão do Estudo de Viabilidade não foi incluída na estimativa de recursos minerais de 2025, representando um potencial crescimento futuro das reservas à medida que o projeto avança.

O Projeto Gurupi, localizado no nordeste do Brasil, apresenta 1,83 Moz de Recursos Indicados e 0,77 Moz de Recursos Inferidos até o final de 2025, consolidando-se como o terceiro pilar do portfólio multiativos da GMIN. O projeto continua avançando por meio de estudos técnicos, com uma Estimativa de Recursos Minerais atualizada e uma Avaliação Econômica Preliminar previstas para o segundo semestre de 2026. O orçamento de exploração para Gurupi em 2026 totaliza US$ 21 milhões, destinados à perfuração para definição de recursos, à retomada dos programas de exploração regionais e ao avanço do Estudo de Impacto Ambiental e Social, que deverá ser protocolado no segundo semestre de 2026.