No âmbito da parceria, prevê-se que a Power explore e desenvolva os minerais críticos do Projeto Santa Anna e que a EDEM se concentre no potencial de fosfato do projeto.
O programa testou múltiplos prospectos dentro da Caldera alcalina e ao longo de seus prospectos norte, ao longo de perfis intemperizados desenvolvidos sobre duas litologias importantes.
Os geólogos encontraram anomalias expressivas de gálio em amostras de sedimentos de corrente e concentrados de bateia, indicando potencial para mineralizações primárias na região.
O projeto prevê a produção de cerca de 25 milhões de toneladas anuais de minério de ferro para a continuidade das operações da mineradora no município.
A conclusão é do estudo ‘Minerais Críticos do futuro e o papel estratégico do Brasil na transição para uma economia de baixo carbono’, elaborado pela Deloitte.
Localizado em uma região rica em recursos naturais, marcada pela presença da floresta amazônica e do rio Juruena, o projeto está inserido em uma área com cerca de 33 mil hectares sob direito minerário da empresa.
O estudo descreve uma produção total de ouro de 4,3 milhões de onças de ouro ao longo de 12,3 anos, resultando em um perfil médio anual de produção de ouro de 350.000 onças, com um Custo Total de Sustentabilidade (AISC) por onça de US$ 1.123.
A aquisição do projeto foi concluída em fevereiro de 2025 e inclui um depósito estimado em 280 mil toneladas de óxido de nióbio e 1,7 milhão de toneladas de óxido de terras-raras.