A produção de ouro para o ano inteiro foi de 64.704 onças, com 66.483 onças vendidas a custos operacionais de caixa de US$ 1.102 por onça de ouro vendida.
Para o embaixador do Brasil no Canadá, Carlos França, o Brasil emergiu como um dos líderes na exploração de minerais críticos para transição energética.
A produção brasileira de aço bruto atingiu 2,8 milhões de toneladas em janeiro de 2025, o que corresponde a uma elevação de 2,4% sobre o mesmo mês de 2024.
A Ásia e Oceania produziram 112,3 milhões de toneladas, um recuo de 4,5%, onde a China teve produção estimada de 81,9 milhões de toneladas e caiu 5,6% sobre o mesmo mês do último ano.
A produção consolidada de cobre deve crescer em aproximadamente 85% a 110% ano a ano para uma faixa de 75.000 a 85.000 toneladas a custos de caixa C1 consolidados entre US$ 1,55 e US$ 1,80 por libra de cobre.
Em 2025, a produção de zinco em níveis médios deverá aumentar ligeiramente em comparação a 2024, principalmente devido à maior produção de Aripuanã e El Porvenir.
Apesar de responder por apenas 20% das reservas nacionais de gipsita, o polo gesseiro do Araripe domina o mercado brasileiro por vários motivos, como o grau de pureza da gipsita da região, considerado o maior do mundo.
No acumulado, desde a retomada das atividades operacionais da empresa, em 2020, até dezembro passado, a produção da mineradora atingiu 35, 41milhões de toneladas, com 360 navios embarcados.