O evento abordou de desafios técnicos e regulatórios na gestão do ciclo de vida dos rejeitos e oportunidades de reaproveitamento ainda nas etapas iniciais do processo produtivo.
O Brasil terá chances de disputar fases mais rentáveis da cadeia de minerais críticos, como, por exemplo, a produção de insumos para baterias, ímãs permanentes e tecnologias de transição energética.
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) considera a medida um passo estruturante para o futuro industrial e tecnológico do Brasil .
Minas Gerais busca consolidar uma estratégia de longo prazo para a exploração de terras raras, visando atrair investimentos, gerar empregos e garantir a liderança na cadeia produtiva, com foco na sustentabilidade e no potencial de atender até 20% da demanda global.
O Sindiextra-MG e a FIEMG alegam que tal medida poderá gerar prejuízos irreparáveis decorrentes da morosidade processual, e levar à inviabilidade do desenvolvimento das atividades minerárias.