A omissão legislativa prolongada não impediu a exploração de recursos minerais em terras indígenas. Pelo contrário, contribuiu para que essa exploração ocorresse de forma ilegal, desordenada e frequentemente associada ao crime organizado.
Projetos aprovados no Senado ameaçam terras indígenas ao retirar poder da Funai e regulamentar o garimpo, gerando preocupações sobre o aumento da vulnerabilidade desses territórios.
O Juízo entendeu que “a adoção de medidas cautelares é necessária para estancar o agravamento dos danos ambientais, inibir outras práticas prejudiciais ao meio ambiente na mesma área, bem como assegurar a sua futura recuperação”.
Para o Greenpeace, os números refletem que as políticas de fiscalização e monitoramento territorial na região não impedem que a atividade ilegal busque estratégias para se manter presente no território.
A ação visa retirar invasores que realizam extração ilegal de ouro, além de garantir que o território permaneça exclusivamente com os 9.257 indígenas dos povos Munduruku