Em 31 de março de 2026, aproximadamente US$ 292 milhões haviam sido gastos no Projeto, representando cerca de 30% da estimativa inicial de capital de aproximadamente US$ 973 milhões.
A Kinross espera produzir 2,0 milhões de onças equivalentes de ouro (+/- 5%) a um custo de produção de vendas por onça equivalente de ouro vendida de US$ 1.360 (+/- 5%) e um custo total de manutenção de US$ 1.730 (+/- 5%) por onça vendida em 2026.
Segundo o IBGM, a proposta estabelece uma taxa arbitrária de R$ 5 mil por quilo de ouro, sem qualquer estudo técnico que justifique esse valor, tampouco especifica a destinação dos recursos ou onde serão investidos.
O instituto acredita que o PL irá favorecer garimpo ilegal de ouro, uma vez que ele busca estabelecer novas regras de controle da origem, compra, venda, transporte e rastreabilidade do ouro no Brasil.
A Hochschild Mining reportou uma produção sólida de ouro e prata no primeiro trimestre de 2026, impulsionada pelo desempenho da mina Inmaculada e pelo progresso na reestruturação da Mara Rosa.
Empresa informou que as atividades concentraram-se na remoção acelerada de estéril e no avanço da cava para acessar a mineralização de maior teor da fase 2.
O projeto do deputado introduz uma mudança sutil, que é a autodeclaração do primeiro posto de compra, ao invés de se fazer uma rastreabilidade completa.
A Kinross recomenda que seus acionistas rejeitem a oferta e alerta-os de que a oferta feita está aproximadamente 4,4% abaixo do preço de fechamento de C$ 43,68 por ação da Kinross na Bolsa de Valores de Toronto em 6 de abril de 2026.
Os investimentos totais (CAPEX) estimados para o Projeto Era Dorada somam aproximadamente US$ 382,0 milhões, e o início das operações está previsto para o primeiro semestre de 2028.
A Aura Minerals alcançou um novo recorde de produção no primeiro trimestre de 2026, com 82.137 onças equivalentes de ouro, um aumento de 37% em relação ao ano anterior.