R$ 750 milhões em ações ambientais

09/07/2021

A ArcelorMittal Tubarão está investindo mais R$ 750 milhões em 127 novas ações para potencializar o controle ambiental da empresa e ratificar o cumprimento do Termo de Compromisso Ambiental (TCA), assinado com o Poder Público. Os novos projetos foram informados ao Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) e se somarão aos aportes de R$ 1,14 bilhão anunciados em 2018, totalizando, assim, investimentos da ordem de R$ 1,8 bilhão.

Dentre as ações estão novos Sistemas de Despoeiramento na Britagem do Coque e na Aciaria, ampliação dos Sistemas de Captação dos Altos-Fornos, reforma das Baterias de Coque 2 e 3 e substituição de alguns equipamentos por novas tecnologias, mais eficientes. A reforma das baterias de Coque 2 e 3 já está em andamento e gera aproximadamente 600 empregos. Ela utiliza a metodologia denominada Rolling Repair, que consiste em reconstruir os fornos com as baterias em pleno funcionamento.

De acordo com o gerente Geral de Sustentabilidade e Relações Institucionais, João Bosco Reis da Silva, a ArcelorMittal Tubarão procura identificar melhores soluções técnicas para cumprir as metas e, por isso, fez novos investimentos em equipamentos, tecnologias e capacitação profissional. “O TCA estabeleceu 114 diretrizes e 131 metas para a nossa empresa. Estas, inicialmente, foram desdobradas em 310 ações, representando investimentos da ordem de R$ 1,14 bilhão. Porém, especialmente para 28 das metas, identificamos oportunidades de melhorias, o que resultou em mais ações que vão além do plano de ação acordado em 2018 e somam investimentos de mais R$ 750 milhões. Assim, estamos investindo na melhoria do nosso desempenho ambiental atmosférico R$ 1,8 bilhão em 437 ações, entre as previstas no TCA e as novas que estamos anunciando”, informou o gerente.

Até o momento, a companhia já cumpriu 66% das ações previstas no TCA. A ArcelorMittal Tubarão realizará duas entregas na área de gestão ambiental neste segundo semestre. Em setembro, a companhia conclui as obras do sistema de filtro de mangas do pátio de Coprodutos, no valor de R$ 51 milhões, e do projeto de dessalinização da água do mar, no valor de R$ 50 milhões. Este último, inclusive, despontará o Estado do Espírito Santo em posição de vanguarda na área de gestão hídrica no país. A planta tem capacidade inicial de tratar 500 m³ de água por hora (12.000 m³/dia), podendo ser ampliada no futuro. “A água oriunda desse sistema será utilizada exclusivamente para fins industriais e contribuirá para uma maior segurança hídrica do nosso Estado”, reforçou Silva.