A exploração mineral em Carajás impulsionou o desenvolvimento econômico da região, mas também gerou impactos socioambientais e desigualdades, conforme análise da produção da Vale na região.
Ero Copper conclui programa de perfuração da Fase 1 em Furnas, com resultados promissores de cobre e ouro, estendendo a mineralização em profundidade e preparando-se para a Fase 2 e uma Avaliação Econômica Preliminar.
O MPF recorreu contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) que devolveu à Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas/PA) a competência para licenciar o projeto.
As despesas totais de capital de sustentação para 2025 são projetadas em US$ 60 a US$ 70 milhões, o que inclui US$ 23 milhões para decapagem capitalizada e US$ 2 milhões para exploração próxima à mina.
A técnica foi aplicada para estabilizar um talude com nove metros de profundidade e 500 m² de área, tornando a obra uma das maiores iniciativas de bioengenharia de solo já realizadas na Amazônia