18/05/2017
THYSSENKRUPP

Resultado operacional cresce 35%

A ThyssenKrupp obteve Ebit ajustado de 756 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, 35% a mais que no mesmo período de 2016 e 31% superior na comparação com o 2º trimestre do exercício fiscal 2016/2017. "Em termos operacionais, estamos indo bem. Todos os negócios apresentaram taxas de crescimento de dois dígitos na entrada de pedidos. No 2º trimestre, nossos negócios de bens de capital Components Technology e Elevator Technology alcançaram novos recordes", afirma o Dr. Heinrich Hiesinger, CEO da thyssenkrupp. 
 
A área de negócios de Components Technology registrou Ebit ajustado de 176 milhões de euros, alta de 12% no primeiro semestre na comparação com o ano anterior. A divisão de Elevator Technology cresceu 8%, para 422 milhões de euros no mesmo período. 
 
Também houve efeito positivo sobre os rendimentos devido à recuperação dos preços em Material Services (aumento de 160 milhões para 173 milhões de euros) e da Steel Americas. A tendência foi a mesma na Steel Europe, mas devido aos seus contratos de longo prazo, os efeitos do aumento de preços não foram sentidos até o 2º trimestre. Os efeitos positivos dos preços foram parcialmente afetados pelo forte aumento dos custos das matérias-primas, principalmente para o carvão de coque.
 
"Os mercados de matérias-primas e, como resultado, nossos negócios de materiais, estão sujeitos a grandes oscilações que estão além do nosso controle. É por isso que estamos nos concentrando estrategicamente na expansão de nossos negócios de bens de capital e serviços. Isso nos permitirá gerar ganhos mais estáveis e obter crescimento lucrativo no futuro", diz Hiesinger, resumindo a estratégia por trás da transformação do grupo.
A entrada de pedidos e as vendas foram maiores tanto em relação ao mesmo período do ano anterior (aumento de 17% / 9%) como no 2º trimestre (33%/12%). Nos negócios de bens de capital, Components Technology registrou uma tendência positiva, entre outras coisas, para componentes para carros e componentes para caminhões pesados na Europa Ocidental e na China. Em Elevator Technology, as vendas aumentaram especialmente nos EUA, China e Coreia do Sul.
 
A venda estratégica da CSA teve um efeito negativo de 0,9 bilhão de euros sobre o lucro líquido no 2º trimestre. Com isto, a ThyssenKrupp registrou prejuízo líquido de 855 milhões no 1º semestre (prejuízo líquido do 2º trimestre de 870 milhões de euros). Para o ano fiscal em curso (2016/2017) a Thyssenkrupp está revendo a sua previsão. As razões para isso são os efeitos do bom desempenho operacional, a venda da CSA e as últimas mudanças nos mercados de matérias-primas (especialmente para o carvão de coque): O Ebit ajustado deverá aumentar para 1,8 bilhão (anteriormente 1,7 bilhão de euros). O Ebit ajustado das operações continuadas deverá ser de 1,7 bilhão de euros. 
 
Com lucros operacionais positivos, a empresa prevê um prejuízo líquido significativo para o ano, exclusivamente em resultado do impacto negativo dos resultados da venda da CSA (melhoria clara em relação ao anteriormente esperado; lucro líquido do ano anterior 261 milhões de euros).