16/09/2020
TERMOMECÂNICA

Programa para valorizar empregados

As áreas de engenharia e qualidade da Termomecanica, em parceria com a Universidade Corporativa Salvador Arena, irão promover um programa de capacitação e aprimoramento profissional para cerca de mil empregados. Segundo Luiz Henrique Caveagna, diretor geral da companhia, já há algum tempo as áreas de engenharia e qualidade, bem como a alta direção, sentiam a necessidade de investir em melhorias no processo produtivo, com foco em mudanças de comportamento e, por consequência, em aprimoramento da qualidade. "Dentro deste cenário tão incerto, como lidar com esta questão tão relevante e delicada que envolve nosso principal ativo? Tivemos que refletir muito sobre isso. Eram muitas as questões e possibilidades, como parar a produção, conceder férias coletivas”. 

Caveagna disse que a Termomecânica poderia ter demitido alguns funcionários, mas a cultura da empresa nunca pregou isso. “Temos bem claro que grande parte do sucesso de um negócio vem das pessoas que fazem a roda girar. A valorização do capital humano está impregnada na nossa história e vem do nosso fundador, o Engenheiro Salvador Arena e também era uma marca da gestão da Dra. Regina", ressalta o executivo. 

O programa desenvolvido pela Termomecanica e pela Universidade Corporativa é baseado no modelo de aprendizagem organizacional chamado 70 : 20 : 10 e tem o objetivo de criar um campo fértil estimulado pela mescla de diferentes abordagens. Ou seja, 70% de aprendizado com experiências próprias e em sua vivência como profissional, seus desafios, sua experiência, sua rotina e suas responsabilidades; 20% de aprendizado com os outros e por meio da interação do colaborador com os colegas de trabalho; e os 10% restantes correspondem ao aprendizado adquirido por meio de treinamentos, que, nesse caso, está ocorrendo em aulas síncronas e presenciais. 

Todo o programa foi pensado para que cada empregado entenda o seu papel, o fluxo produtivo e, especialmente, os custos da "não qualidade" e o impacto negativo que erros e as falhas trazem não só para a imagem enquanto companhia, como para toda a cadeia. "Somos várias e diferentes fábricas dentro de uma. E como estamos falando de impactos na qualidade, é preciso, sim, adentrar nas especificidades de cada departamento e de cada produto", explica Carla Tereza Netto Silva, consultora de recursos humanos à frente da gestão da Universidade Corporativa Salvador Arena. 

Carla conta, ainda, que um dos grandes desafios do projeto foi colocá-lo em prática, no local de trabalho, garantindo a integridade, segurança e a saúde dos empregados e, consequentemente, de todos que estão no seu entorno. Para isso, os treinamentos estão sendo realizados com, no máximo,15% da capacidade, e todos os protocolos de segurança e medidas de higienização estão sendo tomados.

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