12/09/2019
NIÓBIO

Brasil quer atrair investidores

No dia 5 de setembro, aconteceu o seminário “Liderança Brasileira na Cadeia Produtiva do Nióbio” no Auditório Térreo do Ministério de Minas e Energia (MME). Na ocasião, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque disse que o Brasil tem buscado, diuturnamente, mecanismos que criem condições favoráveis àqueles atores que desejam empreender e produzir, gerando emprego e renda no País. O ministro disse ainda que o Brasil vivencia uma conjuntura em que é crucial repensar o setor de mineração, bem como as formas para atrair e para reter investimentos.

O nióbio é um metal usado para deixar o aço mais resistente e o Brasil produz cerca de 90% da produção mundial, com alta demanda para o desenvolvimento de novas tecnologias, para aplicação na medicina, transporte, engenharia, indústrias nuclear e espacial. “Continuaremos trabalhando para impulsionar o setor mineral como um todo, visando aumentar a atratividade para investimentos a longo prazo no segmento, melhorar a eficiência e agilidade de processos, com redução da burocracia e aumentar investimentos em conhecimento geológico, avançar nas regulações que limitam ou impedem acesso a novas áreas para pesquisa e para consolidar a mineração como uma das forças da economia nacional, contribuindo para o bom aproveitamento mineral e para o fomento de pesquisas”, finalizou o ministro.

A mesa de abertura foi composta pelo Ministro Bento Albuquerque, pelo Secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Alexandre Vidigal de Oliveira, pelo Secretário-Executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Júlio Francisco Semeghini Neto, pelo secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, General Maynard Marques de Santa Rosa, pelo Diretor do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Fernando Lins e pelo Diretor Presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Flávio Ottoni Penido.

O seminário teve a participação de aproximadamente 130 especialistas do setor e foi realizado por meio de uma parceria entre o MME e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Centro de Tecnologia Mineral (CETEM), Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).

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