16/01/2020
THYSSENKRUPP

Brasil eleva resultado do ano

A thyssenkrupp registrou crescimento acima da média no ano fiscal 2018/2019 (encerrado em 30 de setembro do ano passado) em todas as áreas de negócio no Brasil, com aumento de lucro por dois anos consecutivos. A companhia explica que o bom desempenho se deve ao retorno dos investimentos recentes em fábricas de componentes automotivos, ao aumento nas exportações na área de elevadores e nos negócios automotivos, à recuperação dos mercados industriais e de mineração e ao crescimento geral em serviços. 
 
O faturamento consolidado permaneceu estável na América do Sul em relação ao ano fiscal anterior, com vendas de €1,1 bilhão. O forte crescimento em todas as áreas de negócio da empresa no Brasil foi determinante para aumentar sua participação na região e equilibrar os resultados na América do Sul, compensando a redução nos demais países, influenciada pela finalização de grandes projetos industriais. "As exportações representaram cerca de 20% do nosso faturamento no Brasil. A thyssenkrupp é uma das principais empresas alemãs em faturamento operando no País e a América do Sul é um mercado importante. Nos últimos anos, apostamos na diversificação para ampliar os negócios no Brasil: trouxemos tecnologias para coqueria - que já vêm sendo aplicadas para uma usina siderúrgica da ArcelorMittal em Tubarão (ES) -, plantas de fertilizantes, e sistemas de direção elétrica, nos quais a thyssenkrupp é líder mundial. Além disso, investimentos em automação e em indústria 4.0 contribuem para nossa competitividade no mercado global", destaca Paulo Alvarenga, CEO da thyssenkrupp para a região. 
 
Os negócios industriais no Brasil cresceram com novos pedidos, em especial, por novos contratos de mineração no Norte brasileiro. O foco crescente no negócio de serviços industriais para aumentar a eficiência do cliente, além do recente centro de serviços que começou a operar no ano passado em Parauapebas (PA), foram as principais alavancas para o aumento do volume de negócios em serviços. No último ano começaram projetos importantes na divisão, como o fornecimento da nova bateria de coque composta por 49 fornos da ArcelorMittal, no modelo de serviços EPC (Engineering, Procurement and Contruction), integrando tecnologias ambientais de ponta para a redução máxima de emissões. "Vimos, claramente, uma forte recuperação dos investimentos no setor de mineração, à medida que outros segmentos industriais, como as fábricas de produtos químicos, continuam aumentando", relata Alvarenga. 

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