22/04/2020
USIMINAS

Apoio a artesãos para produzir máscaras

A Usiminas convocou 56 costureiras, artesãos e pequenos empreendedores para a produção de 67 mil máscaras de proteção em TNT, que vão chegar às casas dos colaboradores da empresa em diversas cidades do país e ao setor de Hemodiálise do Hospital Márcio Cunha, em Ipatinga (MG). Paralelamente, outras 74 mil máscaras em tecido são produzidas por outros fornecedores locais - estão sendo direcionadas para uso contínuo de empregados próprios e terceiros que permanecem em atividades essenciais nas unidades operacionais da companhia. As medidas são apenas mais algumas que a companhia tem adotado para prevenção de seus funcionários, familiares e parceiros em relação à pandemia COVID-19. 

A escolha por artesão para confeccionar as máscaras visa dar trabalho e renda a pessoas que tiveram suas atividades prejudicadas pela pandemia. A Usiminas priorizou também fornecedores locais na compra dos materiais e demais insumos. A ação envolve profissionais do Vale do Aço, Belo Horizonte, Itatiaiuçu, Itaúna e Cubatão (SP) e está sendo coordenada pelo Instituto Usiminas. "Vimos, nessa iniciativa, uma nova maneira de apoiar a comunidade, assim como já fazemos por meio das inúmeras ações que estão sendo adotadas pela Fundação São Francisco Xavier (FSFX), braço da Usiminas na área de Saúde e Educação, e pelo Instituto Usiminas, que atua com Cultura, Esporte e Responsabilidade Social. Mais que apenas comprar máscaras, buscamos gerar um benefício para esses artesãos e costureiras", afirma a diretora corporativa de Comunicação e Relações Institucionais da empresa, Ana Gabriela Dias Cardoso. 

Inicialmente estão sendo produzidas cerca de 66 mil máscaras para compor kits que serão entregues a colaboradores de todas as unidades da empresa. A ideia é que os itens sejam usados pelos funcionários e seus familiares. Cada kit contém três máscaras, sabonete e uma cartilha com recomendações gerais de higienização e uso seguro da máscara. Outras mil máscaras estão sendo doadas para paciente da área de Hemodiálise do Hospital Márcio Cunha, um setor responsável, entre outros atendimentos, por cerca de 5 mil sessões mensais de diálise. "Juntos vamos superar mais esse desafio, como já fizemos diversas vezes ao longo de quase 60 anos. A Usiminas reforça com mais essa ação seu compromisso com a vida, a segurança e com o incentivo ao desenvolvimento das comunidades onde está presente", afirma Ana Gabriela. 

Em Ipatinga e Cubatão, a Usiminas realiza a higienização de vias e de locais de grande circulação de pessoas como pontos de ônibus e unidades de saúde em parceria com as Prefeituras. O trabalho utiliza uma solução à base de cloro para eliminar possíveis focos do vírus nos locais, evitando novas contaminações.  A companhia já encaminhou cerca de 40 toneladas de alimentos e itens de higiene pessoal para doação às comunidades em situação de vulnerabilidade social. Em Ipatinga, são quase 20 toneladas em cestas básicas, sabonetes em barra, líquido e papel toalha que estão sendo repassadas às comunidades. Em parceria com a Prefeitura do município, a iniciativa vai beneficiar cerca de mil famílias e instituições cadastradas. 

Em outra frente, a Usiminas está repassando R$ 6 milhões que serão aplicados especialmente no combate ao coronavírus nas cidades do Vale do Aço. O valor é proveniente de uma obrigação fixada em um acordo judicial firmado em 2009. Pelo novo acordo entre a Usiminas e o Ministério Público do Trabalho (MPT), homologado pela Justiça, garantiu-se a destinação desses recursos para o Vale do Aço. A divisão do montante entre os municípios e finalidades será conduzida pelo MPT em parceira com as prefeituras da região. Os recursos deverão ser utilizados no custeio de medidas de proteção individual e coletiva de profissionais da administração pública, que atuam na área de Saúde, e também para medidas de aperfeiçoamento do atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

Desde o início da pandemia a Usiminas está implementando ações de prevenção, como home office para as equipes administrativas e outros profissionais como gestantes e pessoas acima de 60 anos, antecipação da Campanha de Vacinação contra a Gripe e, para as operações essenciais, foram adotadas medidas como aferição diária da temperatura dos colaboradores, próprios e terceiros, antes do embarque no transporte ou na entrada da unidade; controle da lotação dos ônibus; reforço na limpeza de ambientes e equipamentos, além de diversas outras medidas para reduzir o fluxo de pessoas como suspensão da entrada de visitantes, alteração no turno de trabalho, cancelamento de viagens e restrição de reuniões. 

Através da FSFX são mantidos quatro hospitais, sendo três em Minas Gerais e um na Baixada Santista, realizados investimentos significativos e diversas medidas para garantir a segurança dos usuários dos seus serviços e colaboradores. Houve aquisição de insumos e equipamentos, alteração de fluxos internos e ampliação no número de leitos, entre outros. No Hospital Márcio Cunha, por exemplo, um andar interno foi reservado para pacientes da COVID-19 e uma nova Unidade de Tratamento Intensivo foi montada para dar suporte a esses pacientes.