07/12/2017
VALE

Três usinas de pelotização serão reativadas

A Vale anunciou que vai retomar, a partir do primeiro semestre de 2018, as operações das usinas de pelotização de São Luís, no Maranhão e Tubarão I e II, localizadas em Tubarão, no Espírito Santo. A primeira deverá aportar uma produção de 7.5 milhões de toneladas de pelotas, enquanto as duas outras produzirão a uma capacidade de 6.2 milhões de toneladas. Com isto, a empresa adicionará 13.7 milhões de toneladas a sua capacidade atual de produção de pelotas. 
O anúncio foi feito pelo diretor executivo de Minerais Ferrosos e Carvão da Vale, Peter Poppinga, durante o Vale Day New York, realizado dia 6 de dezembro. Para colocar as novas unidades em operação a Vale deverá desembolsar a quantia de US$ 150 milhões. 
 
A Vale também anunciou que vai implantar, no próximo ano, o projeto Salobo III, no Pará, que visa ampliar a capacidade de produção em mais 50 mil toneladas de concentrado de cobre. Em outra mina de cobre que tem no Pará, a de Sossego, localizada em Canaã dos Carajás, a Vale vai iniciar a lavra em um novo pit, denominado Pista, e passar a operar com uma frota de caminhões menores, com o fim de reduzir custos de operação. 
 
Na ocasião, a companhia informou seu programa de investimentos para os próximos anos, que ficarão em níveis bem mais modestos do que nos últimos anos. Para 2018 estão programados investimentos de US$ 3,8 bilhões, que serão aumentados para US$ 4,0 bilhões em 2019, US$ 4,2 bilhões em 2020, mas cairão em seguida para US$ 3.7 bilhões em 2021 e US$ 3,2 bilhões em 2022.
 
Nesse período, a Vale deve aumentar a produção de minério de ferro para um patamar de 400 milhões de toneladas, o que significa um acréscimo de 35 milhões de toneladas em relação aos níveis de produção atuais. Desse volume, 230 milhões deverão vir das minas que fazem parte do Sistema Norte, no estado do Pará.

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