22/07/2015
AÇO

Produção mundial cai 2% no primeiro semestre

A Associação Mundial do Aço (WSA) divulgou balanço da produção de aço bruto em junho de 2015. No mês, a produção global atingiu 136 milhões de toneladas métricas, o que corresponde a um declínio de 2,4% na comparação com junho de 2014. No primeiro semestre, a produção mundial alcançou 813 milhões de toneladas métricas, queda de 2% na comparação com o mesmo semestre do ano passado.

O Oriente Médio registrou aumento de 2,9% na produção, enquanto a América do Norte e os países da antiga União Soviética tiveram quedas de 6,9% no período. A produção de aço bruto na Ásia recuou 1,5%, enquanto houve um leve incremento de 0,5% no bloco dos países da União Europeia. A produção de aço bruto na América do Sul manteve-se estável em relação aos números do primeiro semestre de 2014.

A China produziu 69 milhões de toneladas métricas em junho, queda de 0,8% na comparação com o mesmo mês de 2014, enquanto Japão e Coreia do Sul produziram 8,6 milhões e 5,9 milhões de toneladas métricas, o que significa retração de 6,2% e 3,6%, respectivamente. Já a Índia cresceu 0,8% em junho, com a produção alcançando 7,4 milhões de toneladas métricas. No bloco europeu, a Alemanha cresceu 5,8% em junho, com volume de 3,8 milhões de toneladas métricas. Itália, França e Espanha registraram quedas em suas produções de aço, com volumes de 1,9 milhão, 1,4 milhão e 1,3 milhão de toneladas métricas, o que corresponde a 11,4%, 1,3% e 3,3% de produção inferior a junho de 2014. A produção turca somou 2,8 milhões de toneladas métricas, 4,5% a menos que o mesmo mês do último ano.

Entre os antigos países da ex- URSS, a Rússia produziu 5,6 milhões de toneladas métricas em junho, 7,5% inferior, enquanto a produção na Ucrânia atingiu 2 milhões de toneladas métricas, declínio de 21,8% sobre junho de 2014.

A produção dos Estados Unidos atingiu 6,7 milhões de toneladas métricas, recuo de 8,5%. Já a produção brasileira totalizou 6,7 milhões de toneladas métricas, crescimento de 2,1% em relação a junho do último ano. A capacidade de utilização em junho chegou a 72,2%, o que significa queda de 3,5% sobre junho de 2014. Comparado a maio deste ano, a utilização foi 0,1% acima.

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