18/07/2019
YARA

Lucro líquido de US$ 230 milhões

A Yara registrou lucro líquido de US$ 230 milhões no 2º trimestre, resulta que reverte um prejuízo líquido de US$ 211 milhões referente ao mesmo período de 2018. O Ebitda alcançou US$ 546 milhões entre abril e junho de 2019, montante superior aos US$ 321 milhões obtidos no mesmo trimestre do último ano, principalmente pelos maiores volumes de produção e margens de melhoria de nitrogênio.
 
“A Yara apresenta resultados significativamente melhores no 2º trimestre, com o Ebitda excluindo itens especiais e o IFRS 16 aumentando em 62%. A melhoria é impulsionada principalmente pela maior produção e menor custo de energia”, disse Svein Tore Holsether, presidente e diretor executivo da Yara. "Estou satisfeito em ver as entregas produzidas pela Yara aumentarem em todos os principais grupos de produtos, pois nossos projetos de crescimento geram maiores volumes e receitas. Nosso retorno sobre o capital continua sua tendência positiva, graças aos esforços contínuos de toda a nossa organização. Nossa principal prioridade é para entregar retornos melhores como uma empresa focada", disse Holsether.
 
As vendas totais e as entregas de Marketing foram 2% maiores em comparação com o ano anterior. Excluindo a aquisição de Cubatão no Brasil, as entregas ficaram em linha com o ano anterior. As entregas de Novos Negócios foram 4% superiores a um ano atrás, ou 1% maior, excluindo a aquisição de Cubatão. A produção de amônia da Yara subiu 6%, enquanto a produção de fertilizantes fechou em 4% a mais.
 
A Yara tem como foco no curto prazo melhorar os retornos através de uma alocação de capital e impulsionar a excelência operacional. Os investimentos da Yara atingiram seu pico no último ano, com a receita crescendo em 2019, à medida que os projetos de crescimento entram em operação e outras melhorias operacionais são realizadas. A Yara lançou metas de melhoria estendidas em seu Capital Markets Day em junho, visando 4,2 milhões de toneladas adicionais de produção até 2023 em comparação com 2018, além de economia de custos fixos e melhorias em eficiência energética, custo variável e capital operacional.

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