19/01/2018
OURO

Eldorado registra avanços em 2017

A Eldorado Gold Corp. produziu 285,9 mil onças em 2017 – o que inclui a pré-produção comercial de Olympias. Além disso, a Companhia produziu 7.061 onças de ouro no quarto trimestre a partir de uma amostra em massa no seu recém-adquirido projeto Lamaque em Quebec, Canadá. Os custos operacionais e de manutenção ficaram, em média, em US$ 509 e US$ 900 por onça, respectivamente. 
 
A empresa concluiu a aquisição da Integra Gold e iniciou trabalho de pré-viabilidade, o que inclui extração e testes, e a construção avançada da mina Lamaque e a remodelação da usina Sigma associada. 
 
A fase II do projeto Olympia alcançou produção comercial em 31 de dezembro de 2017. A subsidiária grega da Eldorado, a Hellas Gold Corp., entrou em processo de arbitragem contra o Governo local, que deve ser concluído em abril de 2018. 
 
A Eldorado comemorou um ano de sucesso de exploração contínua nas minas de Lamaque (Canadá), Bolcana (Roménia), Efemcukuru (Peru), e Stratoni (Grécia), além de uma redução na taxa de lesões graves pelo terceiro ano consecutivo. "2017 foi um ano que foi ofuscado por vícios políticos na Grécia e desafios técnicos em Kisladag", disse George Burns, Presidente e diretor executivo da Eldorado. "Com isso estou muito orgulhoso de como nossa equipe lidou com as oportunidades e os desafios de 2017. Completamos a aquisição da Integra, conseguimos declarar a produção comercial na Olympia Phase II no final do ano e iniciamos a imensa quantidade de trabalho técnico em nosso ativo chave de Kisladag”. 
 
Para 2018, o executivo prevê um ano ocupado com o desenvolvimento em curso na mina Lamaque e estudos técnicos novos ou atualizados para Lamaque, Skouries e Kisladag. Todos os três estudos devem ser concluídos até o final do primeiro trimestre, o que em seguida, dirigirá o plano para o resto do ano. “Nosso objetivo global para 2018 é voltar a uma fase de crescimento e criar valor para todos os nossos stakeholders". 
 
No Brasil, a Eldorado Gold mantém o projeto de Tocantinzinho, mas aguarda que todas as licenças estejam em vigor para concluir uma revisão do desenvolvimento do projeto. A estimativa é que o projeto receba aportes de US$ 8 milhões em 2018.